Sabrina Carpenter Brasil

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06
ago
19

Sabrina Carpenter realiza ensaio fotográfico e entrevista à “Refinery 29”

Na tarde desta segunda-feira, 05, foram revelados o ensaio fotográfico e entrevista exclusivos que Sabrina Carpenter concedeu à plataforma “Refinery 29”, grande portal estadunidense destinado à moda e estilo. Ao tabloide, a cantora falou sobre sua carreira, crescimento, influência nas mídias sociais e mais. Ela também falou sobre o falecimento de seu amigo e colega da Disney, Cameron Boyce. Confira, a seguir, a matéria publicada e sua devida tradução:

O Crescimento: Sabrina Carpenter em sumir, luto e crescer.

Mundo, conheça a garota. Sabrina Carpenter está colocando seus dias da Disney – e seus dias de adolescentes – atrás dela com um novo álbum e uma nova perspectiva.

Sabrina Carpenter transformou o set de Toronto de sua sessão de fotos do Refinery29 em seu próprio mini videoclipe. Ela está deitada no chão branco do estúdio enquanto o fotógrafo, com a câmera na mão, paira acima dela. Carpenter está graciosamente posando e dublando para a lente cada palavra de “Keep On” por Kehlani. A playlist é curada para seus gostos (Beyoncé, Christina Aguilera, SZA, etc.) e ela pula pelo set com os pés descalços, contando piadas com a equipe e exalando a confiança de alguém que tem dançado em torno de photoshoots desde a adolescência.

Quando ela e eu nos encontramos eu vou para o aperto de mão enquanto ela vai para o abraço. “Desculpe, sou um “abraçadora”, ela diz, rindo, sua voz profunda contrastando com a estatura da ex-estrela da Disney de quase um metro e meio. Ela está usando o look nº 4 do dia, uma saia plissada cor de rosa no tornozelo, combinada com uma camisa de gola verde e roxa neon. Eu digo a ela que ela é mais controlada do que eu, quando era uma tímida menina de 20 anos, e ela diz: “Eu sou uma atriz. É o que eu quero que você pense.”

Se Carpenter está fingindo sua maturidade, não posso dizer. Ela mantém o equilíbrio durante a maior parte das cinco horas de filmagens (ela nos encaixa em seu dia de folga das filmagens do filme de dança Netflix, Work It), quebrando apenas quando ela está encolhida em um canto com sua irmã, Sarah, rindo de vídeos em seu telefone entre as tomadas. Quando ela está de volta na frente da câmera, a menina de muitos talentos canta junto com as faixas de seu novo álbum, Singular: Ato II, que oscila entre um pop divertido e orgulhoso e confissões profundas sobre ansiedade. “A verdade é que estou presa no meio de algo entre “o que está acontecendo?” e “tenho tudo sob controle”, diz ela sobre seu dia agitado de hoje.

Mais tarde, quando nos mudamos para uma cafeteria silenciosa (fechada, mas ocupamos o lugar vazio de qualquer maneira) ligada ao estúdio, a cabeleireira soltou suas longas extensões louras, e Carpenter mudou de seu look do photoshoot de cores vivas para uma camiseta esfarrapada cropped vintage da Harley Davidson, calça jeans folgada Reformation de cintura alta e seus “sapatos de papai” Balenciaga. A roupa faz com que ela pareça ainda mais jovem que 20. “Eu tenho 12 anos”, ela brinca.

No cenário musical atual, Carpenter é a contraparte brilhante de anti-celebridades despojadas Maggie Rogers e Billie Eilish. Sua música tem mais uma sensação de R&B dos anos 90 do que o folk de Rogers e o gótico de Eilish. Quando pergunto a ela como uma garota branca da periferia da Pensilvânia canta com tanta alma, ela diz: “Minha mãe é da Filadélfia!” e cita Etta James e Whitney Houston como primeiras influências. Carpenter parece civilizada e segura de si, a pop star prototípico que você esperaria de uma garota da Disney jovem demais para se lembrar de um tempo antes do domínio de Britney e Christina na Billboard em seus respectivos prémios. Essa imagem é o motivo, Carpenter diz, ela foi mais fundo neste álbum.

A faixa que poderia ser sua declaração de tese é “Exhale”, que sugere o desejo de Carpenter de acabar com o verniz que ela colocou em álbuns anteriores. Ela canta, “ouço as gravadoras, ouço o homem/Tento manter a sensação de saber quem eu sou/eu tento ser um anjo, mas eu não acho que posso/Acho que estou chegando aos meus limites.” Carpenter diz que seu ponto de ruptura aconteceu por causa de seus fãs.

“Percebi que meus fãs falam tão abertamente comigo sobre o que eles estão passando”, diz ela mexendo na manga. “Eu recebo mensagens super pessoais, e eles vêm até mim no meet & greet e me dizem o que está acontecendo em suas vidas, e lá eu estava apenas tentando ser essa estrela pop brilhante. Isso não é realista.”

Os primórdios da carreira de Carpenter são muito Gen-Z. Ela cresceu em East Greenville, PA, e aos 10 anos, ela ficou em terceiro lugar em uma competição de canto chamada The Next Miley Cyrus Project (Cyrus ainda é uma inspiração, mas Carpenter relembra a experiência com total embaraço: “Eu nem sabia pentear minhas sobrancelhas para cima!”). Então, ela começou a postar vídeos no YouTube depois que seu pai construiu para ela um estúdio de gravação roxo em um armário de seu porão (“tipo de lugar onde Harry Potter viveria se ele morasse na minha casa”). De lá, ela conseguiu alguns papéis recorrentes em diversas séries de TV, mas foi conseguindo seu papel em Girl Meets World do Disney Channel em 2013, onde ela interpretou a melhor amiga, Maya, para a animada Riley Matthews de Rowan Blanchard, que a colocou na mesma trajetória de carreira que os superstars que vieram antes dela. Com um show de sucesso e músicas correspondentes subindo nas paradas da Radio Disney, Carpenter se juntou à longa lista de celebridades que cantavam e atuavam, que ficaram famosas nos shows do Disney Channel, como Cyrus, Selena Gomez, Zendaya e Demi Lovato.

Em plataformas de mídia social, onde as pessoas são indiscutivelmente as mais duras, Carpenter é exposta ao amor e ódio de milhões. “Dezoito milhões, porra”, ela diz seu número de seguidores no Instagram. “Metade deles são contas fantasmas, vamos ser realistas.” Carpenter lida com a atenção e sua ansiedade freqüentemente postando on-line, e em seguida, recusando-se a olhar para os comentários. “Eu posto algo no Twitter e, literalmente, pulo no oceano. [Meus fãs ficam] tipo, ‘Você pode por favor ficar?’ Mas às vezes, eu não quero saber o que [os fãs estão] pensando.”

Seus seguidores têm muitos pensamentos sobre os relacionamentos de Carpenter – platônicos e românticos. Em termos do último, Carpenter ri dos boatos de que ela já namorou Shawn Mendes, mas se policia sobre os “alguns dos Bradleys” em sua lista de exs (Bradley Steven Perry, uma estrela da Boa Sorte Charlie é um deles) e faz piadas sobre o resto de sua vida amorosa: “Eu sou casada secretamente há oito anos, ninguém sabe. Eu tenho um filho.”

O método favorito de deflexão de Carpenter é o sarcasmo; ela é cautelosa sobre seus hábitos de namoro, mas é um livro aberto quando se trata de suas melhores amigas e irmãs mais velhas, Sarah, Shannon e sua meia-irmã, Cayla. Ela é mais próxima de Sarah, 22 anos, que tem o rosto de sua irmã e viaja com Sabrina como sua cantora de apoio e faz de tudo. “Você sabe aquela pessoa em sua vida que faz praticamente tudo o que você pode pensar?” é como Carpenter descreve o trabalho de sua irmã na estrada, enquanto Sarah escuta atrás de uma parede adjacente e ri. “Eu não sei quanto tempo ela vai querer ficar perto de mim – eu sou muito chata – mas por enquanto está funcionando.”

Carpenter fala sobre sua outra melhor amiga (um título muito importante para distribuir aos 20 anos), a estrela de The Act, Joey King, como se ela fosse uma irmã também. King foi nomeada para seu primeiro Emmy recentemente, e Carpenter sabia que a honra estava vindo antes de King. “Ela estava tipo, ‘Não, não vai acontecer’. Eu estava tipo, ‘Você é uma puta idiota’”.

Chamar um amigo de “uma puta idiota” carinhosamente é algo que o personagem de Carpenter no The Hate U Give pode fazer, mas é aí que as semelhanças terminam. Carpenter interpretou Hailey, a melhor amiga branca racista de Starr Carter, de Amandla Stenberg, na adaptação de 2018 YA sobre o Black Lives Matter e a brutalidade policial. Carpenter diz que o papel foi estratégico para seu primeiro grande papel depois da Disney. “Eu acho que é muito fácil para as pessoas olharem para as crianças que vêm da Disney e vê-las como um rosto e não como uma voz”, diz ela. “Eu queria que meus fãs pudessem aprender algo com algo que eu fiz”.

Carpenter está aprendendo como ela vai. Junto com um cronograma frenético que não permite que ela durma muito (atualmente ela é produtora executiva e estrela no Work It, desenvolvendo uma adaptação para o cinema de The Distance From Me To You com Danielle Fishel, e trabalhando no seu quinto álbum de estúdio), Carpenter também está lidando com um processo em curso por ex-gerentes (sua música “Sue Me” é sobre a batalha legal), e lidando com a perda devastadora de seu falecido amigo e colega da Disney, Cameron Boyce. Carpenter diz que trabalhar através do seu sofrimento foi a parte mais difícil.

“Não parece real ainda”, ela está segurando as lágrimas, visivelmente abalada com a menção de Boyce. “Tudo o que posso dizer sobre ele é que ele era mais especial do que qualquer um poderia compreender.” Carpenter diz que ainda está tentando dar sentido à tragédia enquanto manipula as responsabilidades de virar adulta, e chegar a um acordo com o fim de sua adolescência.

“Quando você é mais jovem, você acha que é muito pior do que é”, Carpenter suspira. “Então todo mundo fica tipo, ‘espere até chegar aos 20’. Então você chega aos seus 20 anos e fica tipo ‘ohhhh’”.

Carpenter ainda está olhando adiante com partes iguais de otimismo e incerteza. Um dia, ela espera se juntar à pequena lista de artistas que ganharam um Emmy, Grammy, Oscar e um Tony. “Eu acho que se [um EGOT] vier com os projetos que eu lancei com coração e paixão, isso seria ‘irado’.” Ela faz uma pausa. “Ninguém vai dizer isso em 50 anos”, Carpenter está imediatamente se arrependendo de sua escolha de palavras. “Você pode imaginar alguém lendo uma citação da Wikipédia de mim: “Eu adoraria ter um EGOT um dia. Isso seria ‘irado’.”

ENSAIOS FOTOGRAFICOS | PHOTOSHOOTS > 2019 > REFINERY29
28
jun
19

Sabrina Carpenter posa para a nova edição da Marie Claire e cede entrevista exclusiva

Nesta manhã, a revista americana Marie Claire publicou uma entrevista com a atriz e cantora Sabrina Carpenter, onde ela falou sobre amadurecimento, carreira, seu novo álbum, entre outros assuntos. Logo abaixo, você pode conferir toda a matéria traduzida e o ensaio fotográfico clicando nas miniaturas:

Sabrina Carpenter está pronta para o Act II

Como a menina de 20 anos foi de uma estrela da Disney Channel para uma cantora, atriz da geração Z em construção.

Sabrina Carpenter tem mais de 17 milhões de seguidores no Instagram – basicamente a população de um país de médio porte – mas ela pode caminhar pelas ruas anonimamente. Será que em 2019 uma cantora de 20 anos que estrelou em séries de TV e filmes e interpretou suas próprias músicas em arenas lotadas consegue sair sem ninguém pará-la para uma selfie. “Olha, todo mundo é famoso hoje em dia”, ela diz com uma risada. “Tem cachorros com mais seguidores que eu.”

Mas algumas dessas pessoas famosas (e nenhum dos cachorros) são multi-talentosos ou ocupados como Carpenter. Ela faz parte da nova geração Z de multi-tarefas, junto com Billie Eilish e alguns ex-colegas da Disney como Dove Cameron, que estourou muito jovem, junto com sua massiva comunidade de seguidores nas redes sociais. Com o lançamento de seu quarto álbum, chamado Singular: Act II, no dia 19 de julho, o pivô da megafama de Carpenter chegou.

Ensinada em casa na Pensilvânia antes de se mudar para Los Angeles aos 13 anos Carpenter inicialmente parecia destinada a ser uma estrela mirim, aparecendo em algumas séries e participando de uma competição de canto online da Miley Cyrus (outra ex-Disney), chamada MileyWorld Superstar. Seu maior sucesso veio quando ela conseguiu um papel em Girl Meets World, o reboot da amada sitcom da Disney Boy Meets World. Carpenter – naquela época uma precoce menina de 14 anos – foi escalada como Maya Hart, a atrevida melhor amiga da personagem da Rowan Blanchard, Riley Matthews. Com o cancelamento da série em 2017, ela decolou sua carreira em dois lados. “Foi uma linda experiência, eu não mudaria por nada”, Carpenter conta sobre seu tempo na série. “Mas eu estava para fazer 18 anos, e eu estava animada para ir para a próxima coisa.”

E ela já sabia o que a próxima coisa podia ser. Carpenter arrumou tempo para correr atrás da música fora da agenda puxada da série (e sua personagem ainda teve algumas cenas de canto na série), escrevendo e gravando seus primeiros dois álbuns, Eyes Wide Open de 2015 e EVOLution de 2016, durante seus dias no set. Ela usava as redes sociais para promover ambos, construindo um público online que conhecia ela por mais que sua personagem na série. “Às vezes, especialmente nos lançamentos dos álbums, eu quero estar online”, ela diz. “Eu quero fazer chats ao vivo. Eu quero ver o que as pessoas estão dizendo.”

Para ser mais claro, Carpenter não é como essas jovens celebridades que constroem um nome na televisão e anunciam que se consideram cantoras; ela sempre foi envolvida com ambos: atuação e canto. Anos antes dela começar a lançar álbuns e estrelar na TV, Carpenter era uma menininha de 9 anos de idade postando covers da Adele e Christina Aguilera no YouTube. Quando fez 10 anos, seu pai comprou pra ela um estúdio de gravação todo roxo no porão de casa, que está lá até hoje. (“É lá que eu acho conforto em um espaço criativo”, ela diz.) Com 12 anos de idade, ela assinou com sua primeira gravadora. “Eu quero que as pessoas possam ouvir minha música e sentir como se elas estivessem usando uma roupa que eles amam; isso dá uma postura, energia e atitude diferente.”

Mas ela não desistiu de atuar. Com papéis que ela pegou depois de GMW, Carpenter provou que ela era mais que uma estrela de TV borbulhante. O mais conhecido desses foi o papel de Hailey no filme de 2018 The Hate You Give, uma adaptação do livro de Angie Thomas. O filme conta a história de Starr, uma jovem negra (Amandla Stenberg) que está dividida entre seu bairro de baixa renda, predominantemente negro e sua escola preparatória rica, com a maioria das pessoas sendo branca. Hailey é a colega de escola de Starr, que, em um momento crítico, falha em reconhecer seus privilégios em um momento que custa muito para Starr. “Eu estava esperando por um projeto que pararia meu caminho, e foi esse”, diz Carpenter. O filme foi elogiado por sua abordagem a questões como preconceito e brutalidade policial e ainda conseguiu para Stenberg uma capa na revista Time. Mas interpretar Hailey significou que Carpenter teve que ver comentários de fãs no Twitter que diziam “Sua atuação foi incrível, mas Hailey me deu nos nervos essa noite” e “Você interpretou uma grande racista.”

Se manter aberta enquanto mantém uma distância saudável das redes sociais pode ser um desafio para qualquer um, mas é especialmente difícil quando você tem milhões de pessoas assistindo cada postagem. Para tentar manter o controle, Carpenter cuida para responder sempre mensagens positivas nas redes sociais, esperando que isso encoraje a sempre receber aqueles que mantém as coisas leves e, como ela mesma diz, “levantar a energia da internet.” “Eles estão sempre me dizendo que preciso me hidratar e descansar. É muito fofo que eles se preocupam”, ela fala sobre seus fãs. Mas vivendo na era da cultura do cancelamento – quando um tweet errado pode trazer muitas críticas online e até danos permanentes para jovens carreiras – pode dar uma pressão bem intensa. “Às vezes eu posto algo e apenas saio. Viro fantasma. Jogo meu telefone no oceano. Sumo completamente”, ela diz. “É a maneira mais fácil para eu não ver o que eles estão dizendo – bom, mau, negativo.”

Esse balanço é crucial quando ela lança o que ela chama de álbum mais pessoal até agora. Como uma artista musical, Carpenter (que escreve suas próprias músicas) já teve três turnês e tocou no Madison Square Garden. Mas Singular Act II parece muito vulnerável: Uma das faixas, chamada “In My Bed”, é como ela lida com a ansiedade que ocasionalmente a assola. Embora ela não goste muito de falar sobre isso – “É bem difícil de definir; vem em ondas” – escrever sobre seus momentos obscuros pode ser catártico. “Eu tenho que me lembrar constantemente que eu estou fazendo o que eu amo e tenho muito que ser grata”, ela diz. “Eu pude canalizar isso em algumas dessas músicas.”

A seguir, Carpenter vai se juntar ao revival do filme Tall Girl, sobre um triângulo amoroso de adolescentes, e então ela vai estrelar o filme de comédia e dança da Alicia Keys, chamado Work It. Além do mais, ela está planejando uma turnê mundial para seu mais novo lançamento. Oh, e ela também já está escrevendo um novo álbum. Com tudo isso, ela ainda tem tempo para sua vida sociais, saindo com sua melhor amiga Joey King. Ela também diz que quer planejar uma viagem para Londres em breve, porque ela é uma renomada Potterhead que espera visitar alguns locais de gravações dos filmes. Mas mesmo com uma variedade estonteante de planos para o futuro, Carpenter ainda deixa espaço para o inesperado. “Eu gosto de ser surpreendida”, ela conta. “Eu só preciso soltar alguns easter eggs no universo e ver qual deles volta.”

> ENSAIOS FOTOGRAFICOS | PHOTOSHOOTS > 2018 > MARIE CLAIRE

Fonte: Marie Claire

29
abr
19

Portraits de Sabrina Carpenter no Festival de Tribeca

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Adicionamos à galeria diversos portraits de Sabrina Carpenter durante a passagem do filme “The Short History of the Long Road” pelo Festival de Tribeca, confira:

> ENSAIOS FOTOGRAFICOS | PHOTOSHOOTS > 2019 > 2019 TRIBECA FILM FESTIVAL – PORTRAITS

> ENSAIOS FOTOGRAFICOS | PHOTOSHOOTS > 2019 > DEADLINE STUDIO NA 2019 TRIBECA FILM FESTIVAL – PORTRAITS

> ENSAIOS FOTOGRAFICOS | PHOTOSHOOTS > 2019 > SUPPER SUITE
04
fev
19

LADYGUNN MAGAZINE: Sabrina Carpenter lidera uma nova geração de princesas do pop nos charts

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Na tarde de hoje, a revista americana LadyGunn publicou uma entrevista com a atriz e cantora Sabrina Carpenter, onde ela falou sobre amadurecimento, aceitação, seus novo álbum, entre outros assuntos. Logo abaixo, você pode conferir toda a matéria traduzida e o ensaio fotográfico clicando nas miniaturas:


Se passou quase uma década mais ou menos desde que Miley Cyrus, Selena Gomez e Demi Lovato, possivelmente as maiores revelações do pop da Disney Channel, lançaram seus álbuns de estreia individuais. Nos anos seguintes, o trio sensação dos ídolos-que-viraram-tabloides-que-viraram-charts estão no posto dos maiores e mais reconhecidos talentos do pop da indústria musical. Agora com uma geração nova de artistas pós-Disney Channel em ascensão, Sabrina Carpenter — que apareceu no filme original da Disney Channel Adventures in Babysitting e estrelou três temporadas da sitcom sobre amadurecimento de curta-duração mas amada Girl Meets World — está liderando o grupo. Com isso dito, a estreia musical dela tem sido menos ligada ao Point do Mickey e mais resultado da sua sagacidade afiada, conexão intima com os fãs, ouvidos aguçados voltados para o futuro do pop, e claro, a habilidade de produzir um hino da princesa do pop.

Fora de sua carreira de atriz — que também inclui papeis em Austin & Ally, Law & Order: SVU, Orange Is the New Black e um número impressionante de dublagens (inclusive, Nancy Cartwright, a voz icônica de Bart Simpson, é sua tia) — Carpenter primeiramente encantou ouvintes em 2014, “Can’t Blame a Girl for Trying.” Era uma faixa folk-pop chiclete brilhante não muito diferente do verão, como hits de Colbie Caillat e Sara Bareilles, e ofereceu uma prévia promissora da marca encantadora de peculiaridade de Carpenter. Dois anos depois ela surpreendeu fãs e críticos com um som decididamente mais eletrônico em seu segundo álbum, Evolution. Lançar os singles pop dançantes “On Purpose” e “Thumbs” revelaram maturidade, e uma nova perspectiva da garota que na época tinha 17 anos, e competia com os lideres do pop, ficando acima do Top 40 na época. Ainda assim Evolution era apenas o começo de sua transformação.

Em novembro de 2018, Carpenter lançou seu terceiro álbum, Singular: Act I — um disco inspirado em arte clássica carregado com oito das faixas pop mais idiossincráticas e interessantes do ano. Do pop R&B carregado de atitude “Sue Me”, um hino fabuloso de “Vai se foder” com dimensões de Elle Woods, até o turbilhão sintético e sonhador romantismo de “Paris”, Act I introduziu um lado confiante fascinante da personalidade de Carpenter. Mas nenhuma música demonstrou isso mais obviamente e imediatamente do que “Almost Love”, um lead single intoxicante e úmido que não soaria deslocado em um CD do começo dos anos 2000 de Britney Spears. (Spears, outra antiga querida da Disney, com certeza se orgulharia do clipe ferozmente coreografado, onde se vê a jovem artista dançando e seduzindo um garoto no cenário de uma mansão de luxo, tornando ele em literalmente uma pedra no processo).

Você definitivamente não vai achar outros vídeos meus que são parecidos com esse.” Carpenter admitiu, rindo sobre o visual audaz glamouroso. “A música deve te fazer sentir positiva, mesmo que seja sobre uma situação negativa e chata“, ela acrescenta. Em muitos aspectos, as novas músicas da artista volta para o pop de décadas passadas sobre se sentir bem, mas tem um bom motivo para isso: “Muitos dos meus fãs me dizem, ‘Queremos músicas tristes, queremos músicas emocionais, queremos músicas para chorarmos!’ mas secretamente quero dar para eles músicas para se sentirem empoderados sem perceber. Eu tento transformar histórias negativas que era grandes desgraças na minha vida em memórias positivas pela música“.

Ao falar com Carpenter, é claro como cristal o quão fundamental seus fãs são para sua arte. Tudo que ela faz é por eles. “Eles são a única razão que eu posso fazer as coisas que faço. Se eu estivesse fazendo tudo isso para o meu próprio beneficio, eu me sentiria bem inútil“, ela diz. “O fato que posso atingir pessoas e conversar com eles e ver eles pessoalmente quando eles vão aos meus shows me faz tão feliz… De onde quer que eles venham, onde quer que eles já estiveram, quem quer que eles amem, o que quer que eles acreditem, quero que ouçam minhas músicas e sintam que eles podem ser eles mesmos e não sentir medo. Espero que eles sintam amor e aceitação em tudo que faço“.

Agora com 19 anos, aceitação também é uma grande parte da jornada pessoal de Carpenter como uma artista atingindo seu potencial como artista e uma jovem mulher. Quatro anos depois de sua estréia, ela finalmente achou sua voz. “Definitivamente tinha muitas coisas acontecendo na minha vida [enquanto gravava este álbum]. Eu tinha que estar confortável com minha própria voz e tinha que estar confortável com meus próprios pensamentos e minhas próprias opiniões“, ela explica. “Acho que todos nós procuramos aprovação para nos fazer sentir como se estivéssemos indo bem, mas no fim do dia, nós sabemos que a única voz que realmente escutamos é a nossa. Durante o processo desse álbum, quanto mais eu me escutava, mais as músicas começaram a soar mais confiantes“.

Como o título do álbum de Carpenter sugere, Singular: Act I é apenas uma parte de uma longa narrativa. Mais oito músicas (Act II) será lançado em 2019 e será interessante ver onde o segundo ato a leva. Afinal, essa princesa do pop acabou de tomar o palco principal. “Trabalhar nesse álbum, eu não estava realmente pensando em escrever qualquer tipo especifico de música ou gênero. Eu só estava escrevendo sobre coisas que amo e coisas que me animavam e coisas que estavam acontecendo todos os dias da minha vida. Sou muito nova e ainda estou entendendo a vida, mas se eu posso fazer algo que realmente amo e fazer algo que é bem pessoal para mim, tem uma grande chance que outra pessoa por ai passou pelos mesmos exatos momentos na vida deles“.

> ENSAIOS FOTOGRAFICOS | PHOTOSHOOTS > 2019 > NATALIE NEAL

Fonte: LADYGUNN MAGAZINE

06
dez
18

Sabrina Carpenter posa para a nova edição da Notion Magazine e cede entrevista exclusiva

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Sabrina Carpenter posou para a nova edição da revista norte-americana Notion Magazine e concedeu uma entrevista exclusiva para mesma, na qual falou sobre sua carreira, transição de garota da Disney para o cenário musical, influência nas mídias sociais e mais. Confira abaixo toda a matéria traduzida pela nossa equipe e as fotos realizada para a revista:

As lentes de Brooklyn Beckham, o sonho da Disney, virou princesa do pop

Quando soube que nós protegemos a princesa do pop adolescente Sabrina Carpenter, como uma de nossas grandes características de leitura, não havia ninguém que parecesse mais apropriado capturá-la do que o brotante fotógrafo Brooklyn Beckham. Juntos, eles navegaram em sua adolescência através do brilho ofuscante da mídia mundial, tendo cada e todo momento examinado por aqueles que sentem que suas vidas pessoais são justas. Mas enquanto o apelo mundial de Beckham era basicamente seu direito de nascimento, Carpenter estava se esforçando para alcançar o mesmo nível de reconhecimento. Quando eles se encontram no set, parece acontecer algum tipo de entendimento mútuo entre eles; sua educação é efetivamente uma experiência compartilhada com a qual muitos de nós não podem se relacionar.
“[Algo como isso] é tão raro! Não consigo conhecer pessoas da minha idade muito nesse ambiente”, diz Sabrina quando nos sentamos depois da filmagem. Ela já falou de seu choque com a aparência de Beckham, quando ela está em pouco mais de 5 pés e mantém praticamente todos os seus traços de infância. Ela está sentada de pernas cruzadas sobre uma mesa de jeans e um suéter; a mundos de distância da infinidade de personagens que nós a encarregamos de incorporar como parte das fotografias – uma homenagem à sua transição de garota da Disney para a princesa pop. Enquanto ela ainda mantém sua idade, sua personalidade e comportamento exala profissionalismo – mas depois de quase uma década na indústria, isso é evidente.
Ao longo das últimas semanas, Carpenter tem viajado pelo mundo promovendo seu mega terceiro álbum, Singular: Act 1. É um back-to-back, mas com uma mensagem que parece um pouco mais adulta do que seus dois lançamentos anteriores. “Este álbum foi uma espécie de criatura diferente”, diz ela com entusiasmo. “Eu me aproximei ouvindo a mim mesma antes de ouvir as outras pessoas. Há uma fórmula com música pop hoje em dia; você precisa de um verso curto para chegar ao refrão rapidamente e você precisa ter certeza de que o refrão se repete milhares de vezes e que o título precisa estar no refrão e que precisa ser algo que as pessoas vão lembrar e que chame a atenção delas. É demais para mim pensar nisso aos 19 [anos de idade].”

Gravado em estúdios ao redor da Califórnia, Singular: o Act 1 foi um pouco mais demorado para ser feito do que suas ofertas anteriores. O tempo extra gasto alimentando suas habilidades de escrita e vocais ofereceu a oportunidade de aprofundar um pouco mais quando se tratava de contar histórias no disco – e isso realmente mostra. É sincero e honesto, com a assinatura Sabrina Carpenter vocal que passou a ser reconhecido por fãs de todo o mundo. No final do processo criativo, Carpenter produziu tanto material que decidiu dividir o disco em dois – com o primeiro disco caindo no último trimestre de 2018 e o segundo chegando em 2019. “As pessoas consomem música tão rapidamente agora que eu não queria que eles se perdessem, e eu queria ter certeza de que as histórias estavam sendo transmitidas”, explica ela sobre sua decisão. “Estas são as minhas histórias e há muito o que tirar delas. Tantas pessoas me enviaram mensagens dizendo que se sentem tão empoderadas ouvindo esse álbum. É só eu não me segurar e acho que você ouve isso na música, o que cria algo contagiante.”
Apesar de agora ser uma beat-maker estabelecida, com três álbuns já em seu currículo, Carpenter começou sua carreira na indústria do entretenimento aos 11 anos, quando garantiu seu primeiro papel na Law & Order: Special Victims Unit. Alguns anos depois, ela conseguiu seu maior show até o momento, como Maya Hart, no Disney’s Girl Meets World. O papel a lanço para o estrelato mundial e rendeu a ela mais de 15 milhões de fãs leais no Instagram. Pense no que você estava fazendo aos 11 anos. A maior decisão que eu estava tomando era o que vestir em dias sem uniformes, enquanto Carpenter estava escolhendo papéis que melhorariam sua carreira. Eu imagino que esse nível de prestígio em uma idade tão jovem não é fácil de lidar, e eu me pego questionando se Carpenter sente que sua criação pública teve algum impacto em sua vida pessoal.

Quando se trata de jovens da Disney, muitas vezes há uma ideia preconcebida de que elas estão destinadas a sair dos trilhos e aterrissar de cabeça em um vício mortal. “Bem, eu estou planejando meu escândalo para que isso aconteça de forma eficiente!” ela diz com naturalidade quando eu pergunto sobre a chamada “maldição da Disney”, antes de cair na gargalhada. “É interessante, porque quando você é criança, você pensa: ‘Eu só quero trabalhar no programa de TV que eu gosto’, você não pensa em como as pessoas levarão isso e as noções criativas pré-concebidas sobre você para o resto da vida. Quando você está vivendo sua vida de uma forma muito diferente da maioria dos jovens, é importante que você tenha um sistema de suporte super forte ao seu redor e tenho a sorte de ter isso. Eu não estou dizendo que nada que acontecer incomode as pessoas na minha vida, porque isso é inevitável.”
Sacudir o selo “garota da Disney” não é algo que ela se preocupe demais. Ela pode perceber que a oportunidade a ajudou a alcançar um público específico que, de outra forma, ela não conheceria. Ela também reconhece que, embora tenha aberto muitas portas para ela, ser uma artista da Disney vem com seus contras. “Muitas pessoas de sucesso vieram disso e acho que isso me ajudou a alcançar uma audiência que eu provavelmente não conseguiria atingir tão cedo. [Embora, algumas pessoas] pensem nisso de uma forma que significa que você não está falando sério sobre o que está fazendo, ou foi entregue a você em uma bandeja de prata. Há muito conceito errado.”

Há uma coisa que é parte e parcela de ser uma queridinha da Disney, e isso mantém seu status como um modelo – e quando seu público social é tão grande quanto os Carpenters, há muitos olhos de menores olhando para ela como uma grande inspiração. Ela me diz que “todo mundo tem um grande número de seguidores nos dias de hoje”, que tira a pressão, no entanto, ela admite que ela se sente como se tivesse que adivinhar quando se trata das coisas que ela compartilha online. Para Carpenter, a permanência da internet significa que, se você errar, não é algo que você possa remover ou evitar facilmente. “Para mim, é tudo sobre compartilhar um pouco mais de positividade quando posso, porque eu sei que as pessoas da minha idade estão passando por um momento difícil em que as pessoas nem sempre querem ouvi-las e elas estão tentando descobrir quem elas são. Eu também passo por isso, então é só garantir que eles saibam que eles são ouvidos e não estão sozinhos”.

Quer seja nas suas emocionantes aparições na TV, nas publicações sonhadoras do Instagram ou na sua mega produção de música que atrai, não há como negar que há algo de hipnótico em Sabrina Carpenter. Ela realizou com sucesso a transição do sonho teen da Disney para uma artista séria que está marcando seriamente sua carreira na indústria da música. No ano que vem, ela estará novamente lançando a segunda parte para o Singular, além de aparecer em um longa-metragem (The Short History of the Long Read). Ela admite que não pode ter um dia de folga, tudo porque está se esforçando para alcançar seu objetivo principal: “Deixar algo para trás neste mundo que sobrevive a mim e algo que eu tenha orgulho de ter criado e que mude a vida de outra pessoa” Amém para isso.

> ENSAIOS FOTOGRAFICOS | PHOTOSHOOTS > 2018 > BROOKLYN BECKHAM

Fonte: Notion

20
set
18

Portraits de Sabrina Carpenter durante sua passagem pela Austrália

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Foram divulgadas imagens de Sabrina Carpenter posando para o fotógrafo Sam Ruttyn durante sua passagem pela Austrália para promover seu novo single “Almost Love“.

Confira as imagens em alta qualidade, com exclusividade, clicando nas miniaturas abaixo:

> ENSAIOS FOTOGRAFICOS | PHOTOSHOOTS > 2018 > SYDNEY PORTRAIT SHOOT