Sabrina Carpenter Brasil

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22
jul
19

Sabrina Carpenter fala o significado por trás de cada música do “Singular Act 2”

Após o lançamento do “Singular Act 2”, Sabrina Carpenter concedeu uma entrevista para a revista People onde falou o significado por trás de cada música do álbum, além de já ter começado a trabalhar em seu quinto álbum e que espera fazer uma turnê mais longa do que no Act 1. Confira a entrevista completa e traduzida pela nossa equipe logo abaixo:

Tem acontecido muita coisa na minha vida que me fez querer refletir”, diz Carpenter sobre seu mais novo álbum.

Sabrina Carpenter acaba de lançar seu quarto álbum Singular: Act II – e PEOPLE se encontrou com a jovem estrela para falar sobre seu lançamento, cheia de suas letras mais pessoais e reflexivas.

Carpenter, que completou 20 anos em maio, diz que as composições se tornaram um caminho para sua autodescoberta – e ambos os atos do Singular são prova disso, como ela escreveu em todas as faixas.

Eu definitivamente senti que dentro das músicas que eu estava escrevendo, não estava lutando tanto com minha identidade, quanto lutando para chegar a um acordo com quem eu sou”, ela diz à PEOPLE exclusivamente.

Tem acontecido muita coisa na minha vida que me fez querer refletir”, acrescenta ela. “Eu sinto que este ano passado é definitivamente – altos e baixos – como uma montanha-russa. Isso me ensinou muito, com certeza. Mas também me estendeu a lugares diferentes que eu não achava que pudesse ir antes.

O segundo ato vem oito meses depois de Singular: Act I, e apesar de Carpenter originalmente ter planejado lançar Singular como um álbum completo, as faixas no Act I “se encaixam perfeitamente”.

Carpenter está filmando Work It ao lado de Liza Koshy e Keiynan Lonsdale , de Com Amor Simon, no Canadá, o que a levou a relembrar seus primórdios musicais.

Eu me lembro de lançar meu primeiro álbum quando estava filmando um filme no Canadá, quando eu tinha uns 15 anos”, diz ela, referindo-se ao álbum Eyes Wide Open. “É realmente um círculo completo.

Nesta semana, também foi anunciado que a ex-atriz de Girl Meets World vai estrelar e produzir a adaptação cinematográfica de The Distance from Me to You. Carpenter também disse a PEOPLE que ela já começou a trabalhar em seu próximo álbum e espera fazer uma turnê mais longa do que no Act I.

Entre risadas nervosas sobre encontrar-se através da música – “É nessa fase que eu tenho certeza que todos nós já estivemos, onde você está, ‘Para onde eu vou?’” – e historias sobre voltar pra casa, a cantora de “Sue Me” contou sobre todas as faixas do seu mais novo álbum.

In My Bed

Carpenter descreveu sua primeira faixa do álbum e terceiro single como “uma saída legal”.

É engraçado, porque pelo título, muitas pessoas pensaram que seria uma música muito sensual”, diz ela com uma risada. “Acabou sendo sobre estar em sua cabeça pensando em tudo e fisicamente sentindo como se você não pudesse deixar sua cama.

Eu definitivamente estive nessa e conheço muitos dos meus amigos que também estiveram, acrescenta ela. “Isso leva você a este lugar caótico onde você começa a perder um pouco do controle.

Carpenter explica que a faixa “abre as portas” para o Act II e leva os ouvintes à varias emoções.

Pushing 20

Com letras como “Você tem um jeito, você está mexendo com a minha fé / Você está tentando pintar uma imagem, mas está ficando sem tinta”, a cantora explora como é encarar a opinião de outras pessoas em “Pushing 20”

É lidar com muita negatividade do lado de fora e as pessoas dizendo a você o que você deve ser”, explica ela. “É sobre questionar quem você é, porque você questiona quem você é quando todos estão dizendo quem você é.

A arte única apresenta um bolo semelhante ao bolo de aniversário de Harry Potter em Harry Potter e a Pedra Filosofal. Nela, seu nome está escrito incorretamente como Sabreena Carpunder, repetindo o erro de escrita/digitação de Feliz Aniversário no bolo do bruxo.

I Can’t Stop Me (feat. Saweetie)

A atriz The Hate U Give diz que nunca pensou em lançar “I can’t stop me”, mas achou que a música “se encaixava perfeitamente” no álbum.

É como quando você está em um relacionamento e alguém está tentando dizer o que é bom para você”, explica ela. “Quando escrevemos essa música pela primeira vez, foi ‘I Can’t Stop You”.

Carpenter e sua equipe, no entanto, decidiram transformar a faixa em uma música confiante e empoderadora e re-trabalharam para ser “I Can’t Stop Me”.

Eu acho que isso vai ser algo que meus fãs podem se lembrar”, explicou ela.

A faixa é a única colaboração no Act II. Com o rapper Saweetie, a faixa apresenta uma armadilha com ad libs e um verso do “My Type” MC.

Eu realmente queria um rapper feminina, porque eu apenas senti que se encaixava no tom do disco”, diz ela. “Saweetie levou para outro nível e eu a amo. Ela é muito foda.

I’m Fakin

Para Carpenter, “I’m Fakin” é “uma música muito divertida.

Nela, ela canta: “Não se esqueça das palavras que eu estou dizendo / Toda vez que eu digo que terminamos, eu estou fingindo”.

Dizemos muitas coisas que na verdade não queremos dizer”, diz ela, quebrando as letras da faixa. “E eu não sei porque fazemos isso, especialmente nos relacionamentos.

Dizemos algo para fazer alguém se sentir de uma certa forma, mesmo que não nos sentimos assim”, acrescenta ela.

Take Off All Your Cool

Carpenter diz que esta música começou com o riff que distingue esta faixa do restante do álbum. Ela estava no estúdio com seu produtor e co-escritor Warren “Oak” Felder, com quem ela trabalhou em “Sue Me” do Act I.

Podemos até chutar na entrada da casa porque você sabe que eu não estou tentando complicar demais”, ela canta “Se mostrar todas as suas cores me levará ao desgosto (desgosto) / Então deixe-me quebrar, sim, sim

A cantora de “Almost Love” adicionou “Take Off All Your Cool” à sua lista de letras favoritas em todo o álbum.

É como, ‘Pare de tentar ser algo que você acha que é o que eu quero que você seja”, diz ela sobre a faixa. “É sobre nós estarmos tipo” vamos apenas mostrar uns aos outros o nosso eu real 100% e podemos nos conhecer desse jeito “em vez de tentar impressionar uns aos outros com propaganda enganosa.

Tell Em

Carpenter deixa as coisas mais lentas em “Tell Em” – a última faixa que ela escreveu para o Act II e a mais longa do álbum.

‘Tell Em’ é definitivamente meu bebê, eu amo essa música. Ela coloca você em um estado mental diferente do resto das músicas do disco”, explica ela. “É uma respiração boa e profunda.

Carpenter, em seguida, recuou brincando, dizendo que “Exhale” (a próxima faixa) é a respiração profunda literal do álbum. Ela descreve a música como a música mais gostosa e a que ela mais experimentou.

Eu realmente me diverti muito escrevendo uma música, sobre não ter que contar tudo a todos, e não devendo a todos uma explicação para a maneira como você se sente”, ela diz. “É a nossa vida e vamos ser criados ao longo do caminho.

Exhale

“Exhale” dá aos fãs algumas dicas sobre as dificuldades de Carpenter com a saúde mental.

Este é um momento literal muito importante que precisava estar no álbum para que eles se sintam como se este realmente fosse um lugar vulnerável para mim”, diz ela. “Há muita confiança em ser vulnerável e dizer como você se sente.

Embora o single seja o favorito dos fãs, ela pensou antes de lançá-lo, pois não queria que as pessoas pensassem que ela estava simplesmente reclamando.

Eu obviamente sempre prefiro me concentrar na gratidão”, diz ela. “No entanto, foi definitivamente um momento que eu acho que meus fãs vão apreciar e vão poder usar para ajudar o que está acontecendo em suas vidas, o que é muito importante para mim.

Take You Back

Esta é a música mais fofa (ou atrevida) do álbum”, diz Carpenter sobre “Take You Back”.

Eu não sei porque eu adotei a palavra ‘atrevida’”, ela ri. “Eu não sou australiana, mas definitivamente parece uma palavra que eu posso usar para descrever essa música.
“Take You Back” é sobre perceber que “eu realmente não preciso de você”.

É sobre ter uma pessoa em sua vida que você pensou que queria, e então você percebe que você definitivamente não precisa”, diz ela. “Eu quero literalmente levá-lo de volta à loja.

Em sua própria vida, a cantora diz que as pessoas entraram em sua vida com a simples razão de “nos ensinar lições e depois elas saem

Looking At Me

A faixa que sela o álbum, “Looking At Me”, está repleta de batidas e trombetas latinas, lembrando o hit “Havana” de Camila Cabello.
Carpenter descreve a música como o disco de dança do álbum.

Espero que isso faça com que as pessoas se sintam como se não pudessem sair da cama [no começo do segundo act] para querer literalmente se levantar da cama e ir e estar no mundo e descobrir quem são”, ela diz.

Embora o Act I tenha apresentado apenas oito músicas, ela “ficou um pouco louca” e adicionou este nono no Act II – “Eu estava tipo, vamos jogar outro para as crianças!

28
jun
19

Sabrina Carpenter posa para a nova edição da Marie Claire e cede entrevista exclusiva

Nesta manhã, a revista americana Marie Claire publicou uma entrevista com a atriz e cantora Sabrina Carpenter, onde ela falou sobre amadurecimento, carreira, seu novo álbum, entre outros assuntos. Logo abaixo, você pode conferir toda a matéria traduzida e o ensaio fotográfico clicando nas miniaturas:

Sabrina Carpenter está pronta para o Act II

Como a menina de 20 anos foi de uma estrela da Disney Channel para uma cantora, atriz da geração Z em construção.

Sabrina Carpenter tem mais de 17 milhões de seguidores no Instagram – basicamente a população de um país de médio porte – mas ela pode caminhar pelas ruas anonimamente. Será que em 2019 uma cantora de 20 anos que estrelou em séries de TV e filmes e interpretou suas próprias músicas em arenas lotadas consegue sair sem ninguém pará-la para uma selfie. “Olha, todo mundo é famoso hoje em dia”, ela diz com uma risada. “Tem cachorros com mais seguidores que eu.”

Mas algumas dessas pessoas famosas (e nenhum dos cachorros) são multi-talentosos ou ocupados como Carpenter. Ela faz parte da nova geração Z de multi-tarefas, junto com Billie Eilish e alguns ex-colegas da Disney como Dove Cameron, que estourou muito jovem, junto com sua massiva comunidade de seguidores nas redes sociais. Com o lançamento de seu quarto álbum, chamado Singular: Act II, no dia 19 de julho, o pivô da megafama de Carpenter chegou.

Ensinada em casa na Pensilvânia antes de se mudar para Los Angeles aos 13 anos Carpenter inicialmente parecia destinada a ser uma estrela mirim, aparecendo em algumas séries e participando de uma competição de canto online da Miley Cyrus (outra ex-Disney), chamada MileyWorld Superstar. Seu maior sucesso veio quando ela conseguiu um papel em Girl Meets World, o reboot da amada sitcom da Disney Boy Meets World. Carpenter – naquela época uma precoce menina de 14 anos – foi escalada como Maya Hart, a atrevida melhor amiga da personagem da Rowan Blanchard, Riley Matthews. Com o cancelamento da série em 2017, ela decolou sua carreira em dois lados. “Foi uma linda experiência, eu não mudaria por nada”, Carpenter conta sobre seu tempo na série. “Mas eu estava para fazer 18 anos, e eu estava animada para ir para a próxima coisa.”

E ela já sabia o que a próxima coisa podia ser. Carpenter arrumou tempo para correr atrás da música fora da agenda puxada da série (e sua personagem ainda teve algumas cenas de canto na série), escrevendo e gravando seus primeiros dois álbuns, Eyes Wide Open de 2015 e EVOLution de 2016, durante seus dias no set. Ela usava as redes sociais para promover ambos, construindo um público online que conhecia ela por mais que sua personagem na série. “Às vezes, especialmente nos lançamentos dos álbums, eu quero estar online”, ela diz. “Eu quero fazer chats ao vivo. Eu quero ver o que as pessoas estão dizendo.”

Para ser mais claro, Carpenter não é como essas jovens celebridades que constroem um nome na televisão e anunciam que se consideram cantoras; ela sempre foi envolvida com ambos: atuação e canto. Anos antes dela começar a lançar álbuns e estrelar na TV, Carpenter era uma menininha de 9 anos de idade postando covers da Adele e Christina Aguilera no YouTube. Quando fez 10 anos, seu pai comprou pra ela um estúdio de gravação todo roxo no porão de casa, que está lá até hoje. (“É lá que eu acho conforto em um espaço criativo”, ela diz.) Com 12 anos de idade, ela assinou com sua primeira gravadora. “Eu quero que as pessoas possam ouvir minha música e sentir como se elas estivessem usando uma roupa que eles amam; isso dá uma postura, energia e atitude diferente.”

Mas ela não desistiu de atuar. Com papéis que ela pegou depois de GMW, Carpenter provou que ela era mais que uma estrela de TV borbulhante. O mais conhecido desses foi o papel de Hailey no filme de 2018 The Hate You Give, uma adaptação do livro de Angie Thomas. O filme conta a história de Starr, uma jovem negra (Amandla Stenberg) que está dividida entre seu bairro de baixa renda, predominantemente negro e sua escola preparatória rica, com a maioria das pessoas sendo branca. Hailey é a colega de escola de Starr, que, em um momento crítico, falha em reconhecer seus privilégios em um momento que custa muito para Starr. “Eu estava esperando por um projeto que pararia meu caminho, e foi esse”, diz Carpenter. O filme foi elogiado por sua abordagem a questões como preconceito e brutalidade policial e ainda conseguiu para Stenberg uma capa na revista Time. Mas interpretar Hailey significou que Carpenter teve que ver comentários de fãs no Twitter que diziam “Sua atuação foi incrível, mas Hailey me deu nos nervos essa noite” e “Você interpretou uma grande racista.”

Se manter aberta enquanto mantém uma distância saudável das redes sociais pode ser um desafio para qualquer um, mas é especialmente difícil quando você tem milhões de pessoas assistindo cada postagem. Para tentar manter o controle, Carpenter cuida para responder sempre mensagens positivas nas redes sociais, esperando que isso encoraje a sempre receber aqueles que mantém as coisas leves e, como ela mesma diz, “levantar a energia da internet.” “Eles estão sempre me dizendo que preciso me hidratar e descansar. É muito fofo que eles se preocupam”, ela fala sobre seus fãs. Mas vivendo na era da cultura do cancelamento – quando um tweet errado pode trazer muitas críticas online e até danos permanentes para jovens carreiras – pode dar uma pressão bem intensa. “Às vezes eu posto algo e apenas saio. Viro fantasma. Jogo meu telefone no oceano. Sumo completamente”, ela diz. “É a maneira mais fácil para eu não ver o que eles estão dizendo – bom, mau, negativo.”

Esse balanço é crucial quando ela lança o que ela chama de álbum mais pessoal até agora. Como uma artista musical, Carpenter (que escreve suas próprias músicas) já teve três turnês e tocou no Madison Square Garden. Mas Singular Act II parece muito vulnerável: Uma das faixas, chamada “In My Bed”, é como ela lida com a ansiedade que ocasionalmente a assola. Embora ela não goste muito de falar sobre isso – “É bem difícil de definir; vem em ondas” – escrever sobre seus momentos obscuros pode ser catártico. “Eu tenho que me lembrar constantemente que eu estou fazendo o que eu amo e tenho muito que ser grata”, ela diz. “Eu pude canalizar isso em algumas dessas músicas.”

A seguir, Carpenter vai se juntar ao revival do filme Tall Girl, sobre um triângulo amoroso de adolescentes, e então ela vai estrelar o filme de comédia e dança da Alicia Keys, chamado Work It. Além do mais, ela está planejando uma turnê mundial para seu mais novo lançamento. Oh, e ela também já está escrevendo um novo álbum. Com tudo isso, ela ainda tem tempo para sua vida sociais, saindo com sua melhor amiga Joey King. Ela também diz que quer planejar uma viagem para Londres em breve, porque ela é uma renomada Potterhead que espera visitar alguns locais de gravações dos filmes. Mas mesmo com uma variedade estonteante de planos para o futuro, Carpenter ainda deixa espaço para o inesperado. “Eu gosto de ser surpreendida”, ela conta. “Eu só preciso soltar alguns easter eggs no universo e ver qual deles volta.”

> ENSAIOS FOTOGRAFICOS | PHOTOSHOOTS > 2018 > MARIE CLAIRE

Fonte: Marie Claire

17
jun
19

Vulture elege Sabrina Carpenter como uma das artistas da Disney/Nick mais poderosas do cenário pop atual

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Marcadores: Disney, Matéria, Música, Sabrina Carpenter

O site americano Vulture, divulgou uma lista com os/as 25 Ex-Acts dos canais Disney Channel e Nickelodeon mais poderosos no cenário da música Pop atual. Sabrina Carpenter, que está prestes a lançar seu novo álbum, “Singular: Act 2” e também seu novo filme da Netflix, “Tall Girl”, não ficou de fora, a atriz e cantora ocupa o 21º lugar no ranking. Confira a lista completa:

1. Ariana Grande
2. Zendaya
3. Nick Jonas
4. Joe Jonas
5. Hilary Duff
6. Miley Cyrus
7. Selena Gomez
8. Demi Lovato
9. Hayley Kiyoko
10. Vanessa Hudgens
11. Bella Thorne
12. Debby Ryan
13. Kevin Jonas
14. Aly & AJ
15. Keke Palmer
16. Dove Cameron
17. Alex Wolff
18. Ross Lynch
19. Olivia Holt
20. Sofia Carson
21. Sabrina Carpenter
22. Nat Wolff
23. Bridgit Mendler
24. Victoria Justice
25. Ashley Tisdale

Fonte

05
maio
19

Sabrina Carpenter fala sobre sua jornada transformadora gravando “The Short History of the Long Road”

Em uma breve entrevista à Entertainment Weekly, Sabrina Carpenter comenta sobre sua jornada transformadora gravando “The Short History of the Long Road”, sobre se tornar emocionalmente envolvida com um veículo, amizade feminina e abraçar o desconforto. Leia a matéria abaixo:

Sabrina Carpenter está colocando o pé na estrada – mais ou menos.

A atriz de Garota Conhece o Mundo e Uma Aventura de Babás está mostrando um novo lado no novo filme The Short History of the Long Road, que teve sua estreia mundial no Tribeca Film Festival no dia 27 de abril. De fato, com cabelo pintado de castanho e sem maquiagem, Carpenter está há um longo caminho de suas raízes da Disney e mal se reconheceu com uma aparência alterada.

Mas essas mudanças físicas só ajudaram Carpenter a incorporar Nola, uma garota de 19 anos que mora em uma van com seu pai (feito por Steven Ogg) e aprendendo a ser auto-dependente – uma habilidade que vem a ser útil quando uma súbita perturbação a deixa sozinha no mundo e forçada a encarar sua própria independência. Mas conforme Nola faz seu caminho a Alburquerque, NM em busca de sua mãe desconhecida (feita por Maggie Siff), ela é forçada a parar e decidir se a vida estacionária seria melhor para ela.

Diante do lançamento do filme, EW conversou com Carpenter sobre se tornar emocionalmente envolvida com um veículo, amizade feminina e abraçar o desconforto.

EW: Qual foi sua reação inicial quando você recebeu esse script e o que fez você querer ser parte dele?

SC: Eu recebi esse script que tinha uma jovem dama protagonizando o filme e eu estava tão renovada e feliz de lê-lo porque eu não havia lido nada daquilo para uma garota da minha idade há um tempo e então quando eu pude falar com a  Ani [Simon-Kennedy, a diretora] e ouvir sua visão e sua paixão por trás da história e o tudo sobre o que ela é, eu quis ser uma parte dela.

EW: Como o jeito de Ani trabalhar se diferencia do de outros diretores e o que de sua visão falou com você?

SC: Ela é tão pé no chão. Não há ego o que é muito do coração e a beleza crua nessa história. Eu sinto que Ani traz autenticidade para a visão e o projeto, e para o estético do filme e a maneira que ele foi filmado; ela incorpora isso em sua própria vida.

EW: Você teve que fazer uma preparação para esse filme, pintar seu cabelo de castanho e usar quase nada de maquiagem. Isso foi agradável e te ajudou a entrar na personagem?

SC: Nola tem auto consciência mental mas não é física. Nós conscientemente fizemos um esforço; ela não usa maquiagem, ela tem um cabelo não penteado o tempo todo, ela toma banhos em locais, banheiros públicos, ela não se depila, ela não sabe – isso não é algo para ela. Então haviam todas esses pequenos detalhes que me deixaram realmente trazê-la à vida.

EW: Você caracterizaria esse filme como um filme de estrada? Porque Nola tem esses momentos transformativo quando ela chega a uma parada, fora da estrada.

SC: Certo, eu sinto que esse é um filme de viagem fora da estrada. É realmente interessante porque a maioria dos filmes de viagens de estrada são sobre a jornada e para ela é sobre os encontros que ela encontra quando não está na estrada. Toda a sua vida ela tem estado na estrada mas agora não é sobre a viagem necessariamente o tanto quanto é sobre as paradas. Quando ela é forçada a parar, isso dá a ela uma nova perspectiva do que a vida é.

EW: Há também uma boa mensagem sobre amizade feminina no filme. Você pode falar sobre a importância de colocar essa mensagem por aí?

SC: Isso diz muito pelo que Nola está procurando e anseando em sua vida e ela descobre isso em um jeito organizado em uma joven garota que é tão interessada no mundo quanto ela é. Ambas tem problemas e coisas pelas quais estão passando e isso é algo com o qual várias jovens mulheres estão lidando, mas elas nem sempre necessariamente procuram umas nas outras por amor, amizade e apoio.

EW: Foi uma gravação curta e sua personagem passa por um monte de m*rda em tão pouco tempo, você ficou exausta quando terminaram?

SC: Sim, eu estava emocionalmente exausta. Foi muito interessante entrar em um avião, ir para casa e pintar meu cabelo de volta ao loiro e gravar um clipe. Eu tava tipo, o que?

EW: Falando de clipes, o que vem em seguida para você?

SC: Eu tenho um filme da Netflix sendo lançado e eu tenho outro projeto sendo lançado em breve sobre o qual ainda não posso falar (Carpenter foi anunciada como protagonista na comédia de dança de Alicia Keys do STXfilms e Alloy Entertainment na quinta). Eu tenho a segunda metade do meu álbum sendo lançada; é uma continuação do Singular: Act I. Eu penso nele como um grande álbum, dividido em duas partes; um é um pouco mais claro e brilhante e o outro é mais emocional, não é sombrio mas tem elementos mais sombrios nele. Então eu estou ansiosa para que todos ouçam e obviamente tem mais turnês e alguns shows vindo.

03
maio
19

Sabrina Carpenter vai estrelar o filme de comédia “Work It”

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Marcadores: Filme, Matéria, Sabrina Carpenter

De acordo com o Deadline, Sabrina Carpenter foi escalada para estrelar “Work It”. O filme é uma comédia na qual o tema principal é a dança.

Além de Carpenter, os atores Liza Koshy e Keiynan Lonsdale também vão atuar no longa, que tem produção de Alicia Keys ao lado de Elysa Koplovitz Dutton e Leslie Morgenstein.

“Work It” tem sua trama centrada numa adolescente desajeitada, que, depois de ser rejeitada pelo time de dança de seu colégio, monta uma equipe com outros desajustados que são ousados e destemidos para competir num campeonato nacional de dança.

O filme será dirigido por Laura Terruso, que também colaborou com o roteiro, resultado de um trabalho feito em cima do roteiro original escrito por Alison Peck.

O longa ainda não tem uma data de estreia definida.

Confira abaixo a tradução completa da matéria publicada pelo site:

Sabrina Carpenter assumiu a liderança na produção de comédia de dança Alicia Keys, Work It, da STXfilms e da Alloy Entertainment.  A produção, que foi anunciada na CinemaCon durante a sessão da STX, está sendo dirigida e reescrita por Laura Terruso a partir de um roteiro original de Alison Peck (cuja UglyDolls abre amanhã).

Work It é uma comédia de amadurecimento que segue uma adolescente desajeitada (Carpenter) que, depois de ser rejeitada pela equipe de dança de seu colégio, monta uma equipe de ousados ​​e destemidos desajustados para competir contra eles em um campeonato de dança natural.

Carpenter está atualmente estrelando em Short History of The Long Road, que recentemente estreou com ótimas críticas no Festival de Tribeca. Seus créditos adicionais incluem The Hate U Give e Tall Girl.  Seu novo álbum Singular: Act 2 será lançado neste verão.  Ela é representada pela Paradigm, Foundation Media Partners, Faculty, Shemarya e SGSBC, LLP.

Carpenter vai estrelar ao lado de Liza Koshy (Liza on Demand, Freakish) e Keiynan Lonsdale (Love, Simon).

Keys está produzindo ao lado dos produtores Elysa Koplovitz Dutton e Leslie Morgenstein da Alloy Entertainment.

Work It é o quarto filme de Alloy feito em dois anos com uma diretora feminina no comando.  O primeiro longa-metragem da companhia foi “Sisterhood of the Traveling Pants” (a franquia entre duas produções ganhou acima de 86 milhões de dólares), e o drama Everything Everything ($ 61 milhões a mais na WW B.O.).  O último projeto da Alloy, The Sun is also a Star, será lançado em 17 de maio pela Warner Bros.

A STXinternational está lidando com distribuição internacional e distribuirá diretamente no Reino Unido e na Irlanda.  Kate Vorhoff e Catherine Hagedorn do STXfilms estão supervisionando a produção em nome do estúdio.

Work It é o segundo filme de Terruso com a Alloy Entertainment seguindo a comédia adolescente chapada Good Girls Get High.  Sua estréia como escritor/diretor, Fits and Starts, estreou no Festival de Cinema SXSW de 2017, e ainda como aluna do Graduate Film Program da NYU, co-escreveu o longa-metragem Hello My Name, com Doris Michael Showalter.  Ela é representada pela CAA, Industry Entertainment e pela SGSBC, LLP.  Koshy é representado pela CAA, Carter Media Group e Hansen Jacobsen.  Lonsdale é representada pela Silver Lining Entertainment, ICM e pelas advogadas Carolyn Conrad e Ira Schrek.  Peck é representado por ICM Partners, Jim Strader da Quattro Media e Advogado Bob Myman.

01
maio
19

Confira as primeiras críticas já publicadas sobre o filme “The Short History of the Long Road”

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Marcadores: Festival, Filme, Matéria, Sabrina Carpenter

Atenção as críticas abaixo contém spoilers, se você não assistiu ao filme, não leia!

Com a estreia oficial do filme “The Short History of the Long Road” no Festival de Tribeca, foram publicadas as primeiras críticas dos jornalistas que já assistiram o longa. Reunimos abaixo uma seleção de críticas, e conforme forem saindo mais, iremos atualizar a postagem.

“The Short History of the Long Road” é sobre encarar o passado e criar sua própria jornada

“Eu achei que essa foi uma linda história sobre sobreviver e sempre plantar raízes”

A adolescente Nola cresceu vivendo em uma van com seu carismático pai, Clint; dois nômades contra o mundo. Quando vem a tragédia, Nola deve confrontar sua realidade na estrada sozinha. Ela precisará tomar a direção pela primeira vez aprendendo a dominar seu luto, seu passado e seu novo destino.

Nola (Sabrina Carpenter) foi criada em um estilo de vida não convencional vivendo em uma van, ficando em casas hipotecadas e constantemente estando na estrada com seu pai Clint (Steven Ogg) sem laços com nada nem ninguém. Ela aprende a ser autossuficiente ao adquirir habilidades como consertar carros, reparar casas e qualquer outra coisa que dará dinheiro. Nunca tendo conhecido sua mãe Cheryl (Maggie Siff), que a deixou quando ela era um bebê, a deixa se sentindo vazia e sempre em uma busca interior. Quando seu pai morre na estrada, ela é forçada a continuar vivendo sozinha com tudo que ele havia a ensinado até o momento. A história começa quando sua van quebra e ela tem que levá-la para o conserto. O dono, Miguel (Danny Trejo), diz que o reparo custará mais de mil dólares, ela faz a única coisa que sabe como fazer, que é trabalhar em sua garagem.

Nola prova ser muito confiável e responsavel e com o tempo, Miguel passa a gostar dela. Ele oferece que ela fique no sótão de sua garagem até que sua dívida seja paga. Ela se torna amiga de uma garota problemática chamada Blue (Jashaun St. John) que fica fora da garagem para evitar ir para casa com seu pai abusivo. Elas se tornam amigas e Blue ajuda Nola a fazer uma pesquisa e descobrir onde sua mãe está ficando. Quando Nola finalmente a localiza, ela descobre a dura verdade que sua mãe nunca quis filhos e seus pais não tiveram os recursos para cuidar dela. Seu pai achou melhor que ele a criasse sozinha. Não é o belo reencontro que você espera mas é muito real e eu gostei disso nesse filme. O filme termina com Nola voltando à garagem para agradecer Miguel apropriadamente por toda a sua ajuda, então ela leva Blue para ficar com sua tia que mora há oito horas de distância. Nola continua mas no caminho, ela conhece uma outra família que também mora em sua van e eles a convidam para se juntar a eles em uma comunidade de outras pessoas vivendo o mesmo estilo de vida.

Eu achei que essa é uma linda história sobre sobreviver e sempre plantar raízes. Pelo caminho, Nola se mete em problemas mas encontra apoio em outros e pela primeira vez, ela faz amizades e as guarda. Mesmo que ela viaje sozinha, ela conhece outros como ela que eventualmente se tornam como família. Ótimo filme.

NOTA: ★★★★

Irish Film Critic

 

Chegando um ano após Debra Granik ter coberto lindamente um território similar em “Leave No Trace”, não deveria haver frescor para “The Short History of the Long Road”, mas existe.Este drama indie pode caminhar (ou mais apropriadamente aqui, dirigir) ao longo de um caminho previamente explorado, mas o faz com amplas quantidades de coração e humor. Com um espírito gentil, um desempenho central de fazer estrelas e um cinema intuitivo, o filme supera qualquer senso de derivação.

A melhor parte de “The Short History of the Long Road” é o papel principal interpretado por Sabrina Carpenter. Sua performance é brilhante, caminhando muito bem e assumindo um papel muito difícil. Seu trabalho remove quase todo o pensamento sobre a natureza um tanto derivada do filme, concentrando-se na história emocional em questão. Sua contratação eleva o filme e deixa o personagem principal sair da página e entrar em nossos corações.

Nola (Carpenter) é uma adolescente que sempre viveu a vida na estrada. Especificamente, ela sempre morou em uma van com seu pai Clint (Steven Ogg). Eles atravessam o país, atravessando a maior parte do tempo, ocasionalmente se hospedando em casas hipotecadas, embora não estejam acima de paradas periódicas na biblioteca ou no cinema. Clint conserta coisas para ganhar dinheiro para sobreviver, embora tendo optado por essencialmente educar Nola em casa através de experiências de vida, as despesas são baixas. Eles têm uma existência feliz, mesmo que esteja prestes a chegar ao fim.

Quando a tragédia ocorre, Nola se vê sozinha pela primeira vez. Com pensamentos vagos de encontrar sua mãe, que ela nunca conheceu, ela sai. Há bondade de estranhos na estrada, ajudando a facilitar sua transição sem o Clint. É claro que a van quebra, levando-a a uma garagem dirigida pelo rude e gentil Miguel (Danny Trejo). Nola é contratada para compensar o custo dos reparos, enquanto procura por sua mãe. Quando ela encontra Cheryl (Maggie Siff), não é a reunião que qualquer uma delas está esperando.

Sabrina Carpenter é uma revelação aqui. Seu trabalho em “The Short History of the Long Road” é empático e mundano, embora ainda claramente filtrado através de uma lente adolescente. Carpenter faz muito com seus olhos e expressões, te animando com um sorriso ou quebrando seu coração com um olhar. Steven Ogg e Danny Trejo são carismáticos como figuras masculinas positivas em sua vida, desenvolvendo química fácil. Maggie Siff tem um relacionamento diferente com Carpenter, embora essa subtrama seja ligeiramente prejudicada em relação ao clímax. Rusty Schwimmer faz parte do elenco de apoio, interpretando um bom samaritano, mas todos os olhos estão em Carpenter.

Escritora/diretora Ani Simon-Kennedy faz uma escolha consciente para não se inclinar para a dureza desta vida.Ela não glorifica essa forma de vida, mas os altos são vistos mais do que os baixos. O último consiste em mais de Nola não ter conexões com outros adolescentes ou ver os fins dos filmes, em oposição ao dano físico real. Isso pode ser bastante ambicioso, mas a escolha de Ani Simon-Kennedy se encaixa em “The Short of the Long Road”. Ela está contando um tipo específico de história sobre amadurecimento, uma que ela pode captar com sucesso. As coisas terminam um pouco arrumadas demais, embora isso seja um pequeno trocadilho no final.

Apesar do terreno narrativo familiar, “The Short History of the Long Road” encontra seu próprio caminho. Quanto menos você pensar em “Leave No Trace” ou algo como “Wendy & Lucy”, melhor. Carpenter, Simon-Kennedy, Trejo e companhia são capazes de fazer suas próprias coisas com o conceito familiar. Por Carpenter sozinha, isso valeria a pena recomendar. Todo o pacote faz com que seja um dos melhores títulos para a tela até agora em Tribeca este ano.

The Short History of the Long Road estreou no Tribeca Film Festival em 27 de abril e atualmente busca por distribuição.

NOTA: ★★★

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