Sabrina Carpenter Brasil

Bem-vindo à sua primeira e maior fonte de notícias sobre Sabrina Carpenter no Brasil. Estamos aqui para manter vocês informados sobre tudo o que acontece na carreira da Sabrina. Esperamos que aproveitem todo o conteúdo que o site tem a oferecer. Sinta-se livre para comentar nas nossas postagens e visitar nossa galeria. Não esqueça também de nos seguir nas redes sociais para ficar atualizado 24h por dia!
18
out
18

Sabrina Carpenter fala sobre sua personagem Hailey e relação com o elenco de “The Hate U Give“

Postado por
Marcadores: Entrevista, Filme, Matéria

Durante a premiere de “The Hate U Give“ em Nova York, Sabrina Carpenter, que interpreta o papel de Hailey Grant, concedeu uma entrevista para o site Bustle, falando sobre sua personagem e relação com o elenco. Confira abaixo a tradução completa da matéria publicada pelo site:

Quando celebridades conversam com os escritores da Bustle, queremos dar à elas a chance de deixar sua marca. Literalmente. Então entregamos uma caneta, um pedaço de papel e algumas perguntas e pedimos para elas serem criativas. O resto é com elas. Dessa vez, a estrela de The Hate U Give Sabrina Carpenter está deixando uma marca na Cabine Bustle.

O dia que Sabrina Carpenter visitou o escritório da Bustle de Nova Iorque, ela estava se preparando para a premiere de The Hate U Give, marcando a terceira vez que ela viu o filme completo. Ela disse que quando ela e o resto do elenco viram o filme pela primeira vez, havia muitas lágrimas e muitos lencinhos, e ela espera que esta noite não seja diferente.

“Eu estava impressionada. Estávamos muito emocionadas, estávamos nos abraçando e chorando”, ela lembra. “Só queríamos conversar.”

E ela espera que começar a conversa seja exatamente o que esse filme faz para audiências quando for lançado nos Estados Unidos no dia 19 de Outubro. Mas ela não só quer que as pessoas conversem sobre os temas desse filme, Carpenter também quer que as pessoas ouçam genuinamente e aprendam uns com os outros, o que ela diz ser uma ideia fundamental.

Carpenter interpreta Hailey Grant, a ignorante, socialmente desligada e discretamente racista amiga de escola de Starr Carter (Amandla Stenberg). Starr está presa em uma batalha constante para manter sua vida da escola de brancos ricos e sua vida urbana em casa separadas. Mas após testemunhar seu melhor amigo, um jovem negro, ser assasinado por um policial branco, seus dois mundos colidem, a ativista social da justiça acorda de dentro dela, e ela é forçada a reavaliar sua amizade com Hailey.

A história interessante e atual vai sem dúvidas deixar muito para cinéfilos ponderar e discutir, como aborda alguns problemas críticos que a comunidade negra enfrenta hoje, como relações raciais na America, a arte de alternância de código linguístico, brutalidade policial, o movimento Black Lives Matter e mais.

“Acho que as pessoas vão achar que isso é para uma audiência especifica, e não é,” Carpenter diz francamente. “Acho que tem muitas pessoas que precisam ver esse filme, não importam quem eles são ou da onde eles vem.”

Quanto mais conversávamos, mais óbvio ficava que Carpenter é extremamente diferente da personagem que ela interpreta. Ela é muito mais acolhedora e pé no chão, e ela fala sobre sobre justiça social de uma maneira que deixa claro que ela fica atenta com o que está acontecendo no mundo ao redor dela. Hailey é muito mais alheia à problemas que não afetam ela diretamente.

“Pessoas que são como [Hailey] com sorte verão essas coisas neles mesmos que eles não viram antes,” ela diz. E mesmo que Hailey esteja longe de ser o tipo favorito de pessoa dela, ela reconhece que atuar nesse papel e estar envolvida nesse filme “definitivamente me ensinou muito e abriu meus olhos para muitas coisas que eu não estava ciente antes. Acho que fiz exatamente o que eu tinha que fazer.”

Ser escolhida para o elenco de The Hate U Give aconteceu no meio de um ponto de virada para a jovem atriz. Ela atuou como Maya Hart na série da Disney Channel, Girl Meets World, por três anos, e ela tinha algumas opções diferentes de projetos que ela poderia ter aceitado na época que a série acabou. Ela diz que filmes sempre foram o sonho dela e que ela é grata que esse projeto é um dos que deu certo.

Quando perguntei sobre a época de gravação, ela carinhosamente reflete no semeado de estrelas no elenco que ela trabalhou, e todo o amor que rodeou o estúdio. Os colegas dela incluindo Stenberg, Regina Hall (Girl’s Trip), Anthony Makie (Avengers: Guerra Infinita), e K.J. Apa (Riverdale), apenas para nomear alguns deles.

“Foi uma experiência tão incrível estar perto dessas pessoas que são tão apaixonadas pelo que eles fazem. Não tem uma pessoa que fez esse projeto que não estava 100% apaixonado com a história e a mensagem por trás e você podia sentir essa energia no estúdio,” ela diz.

E finalmente trabalhar com Stenberg foi um bônus. Ela ri quando menciona que elas se conheceram quando elas eram duas artistas, fazendo uma audição para os mesmos projetos. Mas elas nunca estavam no mesmo elenco, até agora.

“Sinto que esse papel foi feito para ela, e é tão especial ver alguém que é tão parecido com seu personagem na vida real receber essa chance,” ela conta sobre o papel principal de Stenberg. “É tão poderoso, e espero que todos vejam.”

COM
Sabrina Carpenter

QUAL SEU PEDIDO DE CAFÉ?
Cappucino de caramelo.

QUAL O SEU FILME RUIM FAVORITO?
Escorregando para a Glória.

PRECISAMOS DE MAIS DIRETORAS FEMININAS PORQUÊ…
Precisamos de igualdade.
Tudo é mais delicado e vibrante nos olhos de uma mulher.

QUAL CONSELHO VOCÊ DARIA PARA VOCÊ MAIS NOVA?
Seus sonhos não são grandes demais.

QUAL FILME ESTÁ NA SUA LISTA DO NETFLIX HÁ ANOS?
Parks and Recreation

QUAL FILME TE FEZ QUERER SER ATRIZ?
O Mágico de Oz

QUAL CELEBRIDADE É SEU IDOLO?
Rihanna

O QUE É ALGO QUE VOCÊ QUER QUE AS PESSOAS DIGAM DE VOCÊ?
Só quero fazer as pessoas sentirem algo. Quero faze-las se sentirem amadas.

COMPLETE A FRASE:
A GERAÇÃO DO MILÉNIO É CONHECIDA POR:
Mudar o mundo.

DESENHE 3 EMOJIS QUE DESCREVAM O QUE ESTÁ POR VIR NA SUA CARREIRA
🚌👩🏼🎄

ALGO A MAIS QUE QUEIRA DESENHAR?
Lacroix

Fonte

12
out
18

Billboard inclui Sabrina Carpenter na lista dos 21 melhores jovens artistas da geração

Postado por
Marcadores: Matéria, Música
Sabrina Carpenter entrou em 8º lugar na lista do “21 Under 21” desse ano — ranking anual da Billboard dos mais importantes artistas jovens, independente do gênero. O ranking mostra 21 artistas com menos de 21 anos, com curtas carreiras ainda e os aponta como a nova geração de estrelas.
1. Shawn Mendes, 20
2. Khalid, 20
3. Lil Pump, 18
4. Billie Eilish, 16
5. Juice WRLD, 19
6. Bhad Bhabie, 15
7. Daya, 19
8. Sabrina Carpenter, 19
9. Jaden Smith, 20
10. Why Don’t We, 17-20
11. CNCO, 17-22
12. Noah Cyrus, 18
13. Grace VanderWaal, 14
14. PrettyMuch, 18-21
15. Whethan, 19
16. Mason Ramsey, 11
17. Christian Nodal, 19
18. Willow Smith, 17
19. Madison Beer, 19
20. NCT Dream, 16-19
21. Snail Mail, 19
“Eu sinto que o último ano foi igual a cinco anos de crescimento”, diz a nativa da Pensilvânia, que passou boa parte da sua adolescência atuando no Disney Channel, e, nesse meio tempo, também lançou dois álbuns (o segundo álbum, EVOLution, debutou em 28° na Billboard 200, em 2016). Agora, ela está emplacando uma fama pós Casa do Mickey com uma transição harmoniosa para músicas pop dançantes para adultos, como sua música para clubes (ou boates), que chegou às paradas, “Alien” com Jonas Blue, e seu novo single sensual “Almost Love”. Carpenter vai lançar seu terceiro projeto “confiante e empoderado”, Singular, esse inverno, mas não deixou a atuação para trás: ela aparece na adaptação socialmente consciente de The Hate U Give, que estreia dia 19 de outubro.
Esta é a terceira vez que a cantora e atriz entra no ranking.
Fonte
11
ago
18

Billboard aposta em Sabrina Carpenter como a próxima grande estrela pop da Disney!

A famosa Billboard publicou nesta quinta-feira (09) em seu site oficial uma matéria onde eles falam o motivo pelo qual Sabrina Carpenter está preparada para se tornar a próxima estrela pop da Disney. Na matéria, a cantora fala sobre suas influências musicais na infância, carreira, amadurecimento, entre outras coisas.

Confira abaixo a tradução completa da matéria publicada pela revista:

Quando a Sabrina Carpenter tinha 10 anos, ela imaginou que tocaria em Madison Square Garden dentro de cinco anos. “Eu era aquela garota que sonhava o máximo que eu podia”, diz ela. Carpenter ainda não chegou à arena de Nova York, mas a cantora e compositora de 19 anos construiu um currículo impressionante.

Aos 11 anos, ela fez seu Law & Order: SVU debut; por volta dos 12 anos, ela era uma das regulares do Disney Channel, incluindo papéis de protagonista em “Garota Conhece o Mundo”; e em 2014, ela lançou seu primeiro single com a Hollywood Records, o selo por trás das estrelas pop da Disney, Miley Cyrus, Selena Gomez e Jonas Brothers.

Agora, depois de dois álbuns que atraíram jovens e adolescentes, Carpenter está numa encruzilhada: com os seus instintos pop, a sua presença na mídia e o seu público jovem (14,7 milhões de seguidores no Instagram), ela está pronta para recrutar mais fãs adultos e se tornar a maior cantora a sair da sua geração da Disney.

“Desde que eu era criança, eu adorava fazer 10 coisas de uma só vez. Eu estou constantemente me movendo”, diz Carpenter, que está dando voltas em Nova York enquanto conversamos. Ela está lançando seu terceiro álbum, Singular, e aparece ao lado de Amandla Stenberg em “O Ódio que Você Semeia”, a muito aguardada adaptação cinematográfica do romance de jovens adultos de Angie Thomas, sobre Black Lives Matter (nos cinemas em 19 de outubro).

Ao crescer, Carpenter ficou “hipnotizada” por cantoras como Adele e Christina Aguilera: “aquelas vozes enormes vindo dessas lindas e inteligentes mulheres”, mas seu gosto evoluiu: ela jorra sobre Brockhampton (“Eu realmente amo eles!”) e recentemente pegou Arctic Monkeys em turnê. Quanto ao seu próprio show ao vivo (no Hot 100 Music Festival da Billboard em 19 de agosto), Carpenter diz que conforme ela amadurece, também amadurece a sua presença no palco: “Quando você está na frente de uma multidão toda a noite, você esquece que você está até fazendo um show. É quando fica muito bom.”

Confira também a scan da revista:

> REVISTAS E JORNAIS | MAGAZINES AND NEWSPAPERS > 2018 > BILLBOARD – AGOSTO

Fonte: Billboard / Tradução feita por: Sabrina Carpenter Brasil

11
ago
18

Sabrina Carpenter é uma das artistas pop mais pesquisadas no Brasil no primeiro semestre de 2018

Postado por
Marcadores: Brasil, Matéria, Pesquisa

Em uma pesquisa feita pelo site SEMrush, empresa de marketing digital, Sabrina Carpenter aparece entre as 10 cantoras do pop internacional mais procuradas por brasileiros nos últimos seis meses na internet.

A cantora ocupa a 9° posição no ranking, com 66 mil buscas em seu nome, baseada em ferramentas de pesquisa como Google e Bing.

A lista é liderada pela cantora Selena Gomez com 857 mil pesquisas, seguida por Demi LovatoMiley Cyrus. Confira a lista completa abaixo:

1º Selena Gomez – 857 mil
2º Demi Lovato – 625 mil
3º Miley Cyrus – 417 mil
4º Britney Spears – 286 mil
5º Bella Thorne – 108 mil
6º Christina Aguilera – 106 mil
7º Vanessa Hudgens – 95 mil
8º Dove Cameron – 74 mil
9º Sabrina Carpenter – 66 mil
10º Zendaya – 60 mil

09
ago
18

Sabrina Carpenter concede entrevista ao site Inquirer

Postado por
Marcadores: Álbum, Entrevista, Matéria, Música, Singular

Sabrina Carpenter concedeu uma entrevista exclusiva ao site Inquirer.net, onde fala sobre seu terceiro e novo álbum de estúdio Singular, seu novo single Almost Love, com qual artista ela quer colaborar, seu processo de escrever canções, entre outros.

Confira a entrevista completa traduzida exclusivamente pela equipe do SCBR abaixo:

A estrela da Disney e cantora americana de 19 anos anunciou uma nova era para sua carreira musical com o lançamento de “Almost Love” um hit intenso atrevido e viciante sobre quase amantes indo frustrantemente devagar. “É sobre se apaixonar por alguém e saber que você está centímetros perto de amor. Pode ter um final feliz, ou não ter nenhum final.” Sabrina diz para Super. “Foi muito fácil escrever porque quando somos jovens as pessoas sempre dizem que você perde pessoas pelo caminho, as vezes sem nenhum motivo além de eles estavam destinados a te ensinar uma lição, e algumas dessas pessoas são definitivamente ‘quase amantes'” ela acrescenta.

No começo do ano, ela também lançou uma música com Jonas Blue chamada “Alien.” Sabrina compartilhou que amou trabalhar com o DJ como eles dois amaram se desafiar e fazer experiências com o som deles. “Estou muito, muito orgulhosa de ‘Alien'” ela conta para a Super. A jovem cantora também se abre sobre os destaques de sua carreira e o que a mantêm ocupada hoje em dia.

O que torna difícil ser uma cantora e artista nessa geração?
Acho que é como temos acessibilidade para tudo. Ou não sabemos o suficiente ou sabemos demais. Isso nos faz pensar demais em vez de criar livremente o que nossos corações nos diz.

Temos certeza que você conheceu alguns de seus heróis na industria. Qual foi um momento fangirl que você teve com um dos seus artistas favoritos?
Eu conheci Chance the Rapper recentemente. Eu nunca peço fotos mas a fangirl em mim obviamente não se controlou.

Qual é o seu processo escrevendo músicas?
Nunca é o mesmo. Todas as músicas que já escrevi surgiram de um jeito diferente. Uma das minhas formas favoritas de escrever é com um único instrumento, ou só com um estilo livre no estúdio. Acho que minha personalidade brilha mais quando escrevo músicas de um desses jeitos.

Com qual artista você quer colaborar e como você imagina a música que vocês criariam juntos?
Talvez Marshmallow. Acho que qualquer coisa que faríamos, seria muito doce.

Qual das suas músicas é mais pessoal para você e por quê?
Uma música chamada “Run and Hide” assim como “Alien” minha música com Jonas Blue. As duas representaram significados diferentes de situações em minha vida, onde o único jeito que eu poderia assimilar tudo era escrevendo sobre.

Qual a música que você escreveu que você mais tem orgulho?
Provavelmente uma música do meu novo álbum que você ainda não ouviu, ou uma música minha chamada “On Purpose.” Essa música realmente foi um momento que eu achei uma nova voz em mim mesma.

Que tipo de música você está ansiosa para lançar?
Meu terceiro álbum inteiro, “Singular,” e o que quer que venha depois disso. Eu espero sempre continuar surpreendendo eu mesma.

Fonte: Inquirer

08
ago
18

Sabrina Carpenter fala sobre novo álbum e single “Almost Love” à Billboard

Postado por
Marcadores: Entrevista, Matéria, Sem categoria, Singular

Sabrina realizou recentemente uma entrevista com a famosa Billboard, uma revista semanal norte-americana especializada em informações sobre a indústria musical, conhecida também como The Music Bible (“A bíblia da música”). Aqui, Carpenter falou do seu terceiro e novo albúm de estúdio Singular, do seu novo single Almost Love, da sua transição de uma estrela da Disney para uma estrela Pop adulta, entre outros.

Confira em baixo toda a entrevista feita pela Billboard à Sabrina:

O que faz “Almost Love” o primeiro perfeito gosto do novo material para os fãs? 

Quando eu escrevi essa música, eu não estava indo para o estúdio pensando, “Eu ainda tenho que escrever esse primeiro single”. Eu apenas tinha se divertido com isso, e nós escrevemos e gravamos a música em três ou quatro horas. Escutar a música quando já estava pronta, fez disso confidente e essa personalidade em minha voz que eu não tinha tido antes. Sempre que eu ouvia, isso me dava vontade de levantar e dançar fisicamente, e eu nunca tive uma música como essa.

Ouvi pela primeira vez “Almost Love” na academia e, pelos primeiros quinze segundos, pensei: “Talvez não seja uma música de corrida na esteira”, e então a batida começou.

Exatamente, eu provei que você estava errada! Quando primeiro comecei a tocar essa faixa Eu estava tipo, “Como diabos eu devo escrever uma música para isso? Eu nem sei o que essa música me faz sentir.” Porque, como você disse, eu não tinha certeza se era uma música de esteira, e então se tornava uma música de esteira. Eu apenas tive que encontrá-lo, e eles são tão incríveis em lançar essas faixas realmente únicas.  

O que mais você tirou do seu tempo no estúdio com o Stargate? 

Eu sou um grande fã do Stargate e lembro-me de ter trabalhado com eles pela primeira vez – fiquei com medo. Felizmente para mim, o meu medo não teve impacto no nosso relacionamento, o que acabou por se tornar esta incrível relação colaborativa. Eles foram meio que as primeiras pessoas a me ensinarem a não se importar tanto com melodias e simplesmente ir em frente. Muitas vezes com eles, vou entrar no estande, e eles me tocam, e eu vou enlouquecer e improvisar. Nós vemos o que obtemos e então podemos encontrar melodias em todas as coisas que eu faço. 

Você explorará mais desse lado dance-pop em seu próximo álbum?  

Com certeza. Ainda não tenho uma lista final de faixas, mas estou muito próxima. Há definitivamente um monte de bops pesados neste álbum. Eu não estava realmente esperando por isso, porque eu não tive um álbum assim antes, ou mesmo um conjunto de músicas como essas. Elas são todas muito diferentes – eu não acho que há duas que são exatamente iguais ou muito parecidas. Definitivamente há mais algumas músicas dançantes com certeza.

Como você se diferencia nesse mundo de pop tão grande?

Eu descobri que o que eu queria desse álbum era escrever músicas que só a Sabrina poderia cantar. É realmente difícil de fazer isso hoje em dia, porque estamos tanto expostos ao que todo mundo está fazendo. É tão fácil não perceber que você está quase imitando o estilo de outra pessoa. Então eu tentei entrar em tudo com o máximo possível de uma ficha limpa. Sempre que as pessoas me perguntavam que tipo de música eu estava ouvindo, soava estranho, mas era só meu. Eu tenho que estar na zona e focar no meu som. 

É daí que vem o título do álbum Singular?  

Eu estava aleatoriamente conversando com alguém para quem eu estava tocando. Eles disseram que soava “Singularmente Sabrina”. Eu penso sobre o álbum como uma imagem completa, como eu vou ter para o resto da minha vida. Então, eu queria que esse corpo de trabalho realmente representasse esse momento da minha vida, e todas as músicas estão sozinhas. Há muitos temas de fortalecimento e confiança. Quando você ouve, eu não quero que você tenha que questionar o quão bom você se sente em relação a si mesmo naquele momento. Então, Singular é uma palavra perfeita para isso.  

Seu último álbum saiu quando você tinha 16 anos e agora você tem 19 anos. Como é o crescimento que você experienciou nos últimos três anos se refletiu no novo álbum?  

Está sendo refletido em todos os sentidos. Acho que esquecemos, à medida que envelhecemos, quanto crescemos entre 16 e 19 anos, ou até mesmo nos seus 20 anos. Eu acho que para mim, através da minha escrita, meu som, através do gênero e do meu estilo, eu entrei nisso sem me limitar em nada. Eu não entrei no estúdio e pensei: “Eu não posso cantar uma música como essa”. Era literalmente pensei: “O que você sente? Coloque tudo na linha”. Eu acho que para as pessoas que me conhecem desde que eu lancei o meu primeiro EP, quando eu tinha 14 anos, o meu estilo mudou e se desenvolveu muito. 

Como é que a transição da estrela da Disney para a estrela pop foi para você? Um single mais maduro como “Almost Love” acelera essa transição?  

Eu sempre soube que isso aconteceria organicamente. Almost Love não foi forçado sobre mim – foi criado por mim. Isso só mostra que isso acontece quando deveria acontecer. Muitas pessoas não conhecem certos artistas quando têm 13 anos. E para mim, eu era conhecida como uma personagem fictícia na televisão, com linhas que foram escritas para ela, com uma atitude que foi retratada de uma maneira por outras pessoas. Então, para muita gente, a primeira impressão que tiveram de mim foi como uma garota de 13 anos cantando o tipo de música que ela deveria. Então, avançamos para 19 anos, e as pessoas estão perguntando por que eu não estou cantando sobre as mesmas coisas que eu cantava quando tinha 13 anos, como se isso fosse normal.

Você está cantando músicas que são normais para jovens de 19 anos.

Se eu começasse tudo isso esse ano, se eu lançasse essa música como uma nova artista, não acho que alguém questionaria isso. Mas eu acho que por causa da minha história, é sempre algo com o qual vou ter que lidar e superar. Não de um jeito ruim – de uma forma que eu espero que as pessas possam digerir isso e passar a gostar da minha música, como eu fiz.

Fonte: Billboard