Sabrina Carpenter Brasil

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05
maio
19

Sabrina Carpenter fala sobre sua jornada transformadora gravando “The Short History of the Long Road”

Em uma breve entrevista à Entertainment Weekly, Sabrina Carpenter comenta sobre sua jornada transformadora gravando “The Short History of the Long Road”, sobre se tornar emocionalmente envolvida com um veículo, amizade feminina e abraçar o desconforto. Leia a matéria abaixo:

Sabrina Carpenter está colocando o pé na estrada – mais ou menos.

A atriz de Garota Conhece o Mundo e Uma Aventura de Babás está mostrando um novo lado no novo filme The Short History of the Long Road, que teve sua estreia mundial no Tribeca Film Festival no dia 27 de abril. De fato, com cabelo pintado de castanho e sem maquiagem, Carpenter está há um longo caminho de suas raízes da Disney e mal se reconheceu com uma aparência alterada.

Mas essas mudanças físicas só ajudaram Carpenter a incorporar Nola, uma garota de 19 anos que mora em uma van com seu pai (feito por Steven Ogg) e aprendendo a ser auto-dependente – uma habilidade que vem a ser útil quando uma súbita perturbação a deixa sozinha no mundo e forçada a encarar sua própria independência. Mas conforme Nola faz seu caminho a Alburquerque, NM em busca de sua mãe desconhecida (feita por Maggie Siff), ela é forçada a parar e decidir se a vida estacionária seria melhor para ela.

Diante do lançamento do filme, EW conversou com Carpenter sobre se tornar emocionalmente envolvida com um veículo, amizade feminina e abraçar o desconforto.

EW: Qual foi sua reação inicial quando você recebeu esse script e o que fez você querer ser parte dele?

SC: Eu recebi esse script que tinha uma jovem dama protagonizando o filme e eu estava tão renovada e feliz de lê-lo porque eu não havia lido nada daquilo para uma garota da minha idade há um tempo e então quando eu pude falar com a  Ani [Simon-Kennedy, a diretora] e ouvir sua visão e sua paixão por trás da história e o tudo sobre o que ela é, eu quis ser uma parte dela.

EW: Como o jeito de Ani trabalhar se diferencia do de outros diretores e o que de sua visão falou com você?

SC: Ela é tão pé no chão. Não há ego o que é muito do coração e a beleza crua nessa história. Eu sinto que Ani traz autenticidade para a visão e o projeto, e para o estético do filme e a maneira que ele foi filmado; ela incorpora isso em sua própria vida.

EW: Você teve que fazer uma preparação para esse filme, pintar seu cabelo de castanho e usar quase nada de maquiagem. Isso foi agradável e te ajudou a entrar na personagem?

SC: Nola tem auto consciência mental mas não é física. Nós conscientemente fizemos um esforço; ela não usa maquiagem, ela tem um cabelo não penteado o tempo todo, ela toma banhos em locais, banheiros públicos, ela não se depila, ela não sabe – isso não é algo para ela. Então haviam todas esses pequenos detalhes que me deixaram realmente trazê-la à vida.

EW: Você caracterizaria esse filme como um filme de estrada? Porque Nola tem esses momentos transformativo quando ela chega a uma parada, fora da estrada.

SC: Certo, eu sinto que esse é um filme de viagem fora da estrada. É realmente interessante porque a maioria dos filmes de viagens de estrada são sobre a jornada e para ela é sobre os encontros que ela encontra quando não está na estrada. Toda a sua vida ela tem estado na estrada mas agora não é sobre a viagem necessariamente o tanto quanto é sobre as paradas. Quando ela é forçada a parar, isso dá a ela uma nova perspectiva do que a vida é.

EW: Há também uma boa mensagem sobre amizade feminina no filme. Você pode falar sobre a importância de colocar essa mensagem por aí?

SC: Isso diz muito pelo que Nola está procurando e anseando em sua vida e ela descobre isso em um jeito organizado em uma joven garota que é tão interessada no mundo quanto ela é. Ambas tem problemas e coisas pelas quais estão passando e isso é algo com o qual várias jovens mulheres estão lidando, mas elas nem sempre necessariamente procuram umas nas outras por amor, amizade e apoio.

EW: Foi uma gravação curta e sua personagem passa por um monte de m*rda em tão pouco tempo, você ficou exausta quando terminaram?

SC: Sim, eu estava emocionalmente exausta. Foi muito interessante entrar em um avião, ir para casa e pintar meu cabelo de volta ao loiro e gravar um clipe. Eu tava tipo, o que?

EW: Falando de clipes, o que vem em seguida para você?

SC: Eu tenho um filme da Netflix sendo lançado e eu tenho outro projeto sendo lançado em breve sobre o qual ainda não posso falar (Carpenter foi anunciada como protagonista na comédia de dança de Alicia Keys do STXfilms e Alloy Entertainment na quinta). Eu tenho a segunda metade do meu álbum sendo lançada; é uma continuação do Singular: Act I. Eu penso nele como um grande álbum, dividido em duas partes; um é um pouco mais claro e brilhante e o outro é mais emocional, não é sombrio mas tem elementos mais sombrios nele. Então eu estou ansiosa para que todos ouçam e obviamente tem mais turnês e alguns shows vindo.

03
maio
19

Sabrina Carpenter vai estrelar o filme de comédia “Work It”

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De acordo com o Deadline, Sabrina Carpenter foi escalada para estrelar “Work It”. O filme é uma comédia na qual o tema principal é a dança.

Além de Carpenter, os atores Liza Koshy e Keiynan Lonsdale também vão atuar no longa, que tem produção de Alicia Keys ao lado de Elysa Koplovitz Dutton e Leslie Morgenstein.

“Work It” tem sua trama centrada numa adolescente desajeitada, que, depois de ser rejeitada pelo time de dança de seu colégio, monta uma equipe com outros desajustados que são ousados e destemidos para competir num campeonato nacional de dança.

O filme será dirigido por Laura Terruso, que também colaborou com o roteiro, resultado de um trabalho feito em cima do roteiro original escrito por Alison Peck.

O longa ainda não tem uma data de estreia definida.

Confira abaixo a tradução completa da matéria publicada pelo site:

Sabrina Carpenter assumiu a liderança na produção de comédia de dança Alicia Keys, Work It, da STXfilms e da Alloy Entertainment.  A produção, que foi anunciada na CinemaCon durante a sessão da STX, está sendo dirigida e reescrita por Laura Terruso a partir de um roteiro original de Alison Peck (cuja UglyDolls abre amanhã).

Work It é uma comédia de amadurecimento que segue uma adolescente desajeitada (Carpenter) que, depois de ser rejeitada pela equipe de dança de seu colégio, monta uma equipe de ousados ​​e destemidos desajustados para competir contra eles em um campeonato de dança natural.

Carpenter está atualmente estrelando em Short History of The Long Road, que recentemente estreou com ótimas críticas no Festival de Tribeca. Seus créditos adicionais incluem The Hate U Give e Tall Girl.  Seu novo álbum Singular: Act 2 será lançado neste verão.  Ela é representada pela Paradigm, Foundation Media Partners, Faculty, Shemarya e SGSBC, LLP.

Carpenter vai estrelar ao lado de Liza Koshy (Liza on Demand, Freakish) e Keiynan Lonsdale (Love, Simon).

Keys está produzindo ao lado dos produtores Elysa Koplovitz Dutton e Leslie Morgenstein da Alloy Entertainment.

Work It é o quarto filme de Alloy feito em dois anos com uma diretora feminina no comando.  O primeiro longa-metragem da companhia foi “Sisterhood of the Traveling Pants” (a franquia entre duas produções ganhou acima de 86 milhões de dólares), e o drama Everything Everything ($ 61 milhões a mais na WW B.O.).  O último projeto da Alloy, The Sun is also a Star, será lançado em 17 de maio pela Warner Bros.

A STXinternational está lidando com distribuição internacional e distribuirá diretamente no Reino Unido e na Irlanda.  Kate Vorhoff e Catherine Hagedorn do STXfilms estão supervisionando a produção em nome do estúdio.

Work It é o segundo filme de Terruso com a Alloy Entertainment seguindo a comédia adolescente chapada Good Girls Get High.  Sua estréia como escritor/diretor, Fits and Starts, estreou no Festival de Cinema SXSW de 2017, e ainda como aluna do Graduate Film Program da NYU, co-escreveu o longa-metragem Hello My Name, com Doris Michael Showalter.  Ela é representada pela CAA, Industry Entertainment e pela SGSBC, LLP.  Koshy é representado pela CAA, Carter Media Group e Hansen Jacobsen.  Lonsdale é representada pela Silver Lining Entertainment, ICM e pelas advogadas Carolyn Conrad e Ira Schrek.  Peck é representado por ICM Partners, Jim Strader da Quattro Media e Advogado Bob Myman.

01
maio
19

Confira as primeiras críticas já publicadas sobre o filme “The Short History of the Long Road”

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Marcadores: Festival, Filme, Matéria, Sabrina Carpenter

Atenção as críticas abaixo contém spoilers, se você não assistiu ao filme, não leia!

Com a estreia oficial do filme “The Short History of the Long Road” no Festival de Tribeca, foram publicadas as primeiras críticas dos jornalistas que já assistiram o longa. Reunimos abaixo uma seleção de críticas, e conforme forem saindo mais, iremos atualizar a postagem.

“The Short History of the Long Road” é sobre encarar o passado e criar sua própria jornada

“Eu achei que essa foi uma linda história sobre sobreviver e sempre plantar raízes”

A adolescente Nola cresceu vivendo em uma van com seu carismático pai, Clint; dois nômades contra o mundo. Quando vem a tragédia, Nola deve confrontar sua realidade na estrada sozinha. Ela precisará tomar a direção pela primeira vez aprendendo a dominar seu luto, seu passado e seu novo destino.

Nola (Sabrina Carpenter) foi criada em um estilo de vida não convencional vivendo em uma van, ficando em casas hipotecadas e constantemente estando na estrada com seu pai Clint (Steven Ogg) sem laços com nada nem ninguém. Ela aprende a ser autossuficiente ao adquirir habilidades como consertar carros, reparar casas e qualquer outra coisa que dará dinheiro. Nunca tendo conhecido sua mãe Cheryl (Maggie Siff), que a deixou quando ela era um bebê, a deixa se sentindo vazia e sempre em uma busca interior. Quando seu pai morre na estrada, ela é forçada a continuar vivendo sozinha com tudo que ele havia a ensinado até o momento. A história começa quando sua van quebra e ela tem que levá-la para o conserto. O dono, Miguel (Danny Trejo), diz que o reparo custará mais de mil dólares, ela faz a única coisa que sabe como fazer, que é trabalhar em sua garagem.

Nola prova ser muito confiável e responsavel e com o tempo, Miguel passa a gostar dela. Ele oferece que ela fique no sótão de sua garagem até que sua dívida seja paga. Ela se torna amiga de uma garota problemática chamada Blue (Jashaun St. John) que fica fora da garagem para evitar ir para casa com seu pai abusivo. Elas se tornam amigas e Blue ajuda Nola a fazer uma pesquisa e descobrir onde sua mãe está ficando. Quando Nola finalmente a localiza, ela descobre a dura verdade que sua mãe nunca quis filhos e seus pais não tiveram os recursos para cuidar dela. Seu pai achou melhor que ele a criasse sozinha. Não é o belo reencontro que você espera mas é muito real e eu gostei disso nesse filme. O filme termina com Nola voltando à garagem para agradecer Miguel apropriadamente por toda a sua ajuda, então ela leva Blue para ficar com sua tia que mora há oito horas de distância. Nola continua mas no caminho, ela conhece uma outra família que também mora em sua van e eles a convidam para se juntar a eles em uma comunidade de outras pessoas vivendo o mesmo estilo de vida.

Eu achei que essa é uma linda história sobre sobreviver e sempre plantar raízes. Pelo caminho, Nola se mete em problemas mas encontra apoio em outros e pela primeira vez, ela faz amizades e as guarda. Mesmo que ela viaje sozinha, ela conhece outros como ela que eventualmente se tornam como família. Ótimo filme.

NOTA: ★★★★

Irish Film Critic

 

Chegando um ano após Debra Granik ter coberto lindamente um território similar em “Leave No Trace”, não deveria haver frescor para “The Short History of the Long Road”, mas existe.Este drama indie pode caminhar (ou mais apropriadamente aqui, dirigir) ao longo de um caminho previamente explorado, mas o faz com amplas quantidades de coração e humor. Com um espírito gentil, um desempenho central de fazer estrelas e um cinema intuitivo, o filme supera qualquer senso de derivação.

A melhor parte de “The Short History of the Long Road” é o papel principal interpretado por Sabrina Carpenter. Sua performance é brilhante, caminhando muito bem e assumindo um papel muito difícil. Seu trabalho remove quase todo o pensamento sobre a natureza um tanto derivada do filme, concentrando-se na história emocional em questão. Sua contratação eleva o filme e deixa o personagem principal sair da página e entrar em nossos corações.

Nola (Carpenter) é uma adolescente que sempre viveu a vida na estrada. Especificamente, ela sempre morou em uma van com seu pai Clint (Steven Ogg). Eles atravessam o país, atravessando a maior parte do tempo, ocasionalmente se hospedando em casas hipotecadas, embora não estejam acima de paradas periódicas na biblioteca ou no cinema. Clint conserta coisas para ganhar dinheiro para sobreviver, embora tendo optado por essencialmente educar Nola em casa através de experiências de vida, as despesas são baixas. Eles têm uma existência feliz, mesmo que esteja prestes a chegar ao fim.

Quando a tragédia ocorre, Nola se vê sozinha pela primeira vez. Com pensamentos vagos de encontrar sua mãe, que ela nunca conheceu, ela sai. Há bondade de estranhos na estrada, ajudando a facilitar sua transição sem o Clint. É claro que a van quebra, levando-a a uma garagem dirigida pelo rude e gentil Miguel (Danny Trejo). Nola é contratada para compensar o custo dos reparos, enquanto procura por sua mãe. Quando ela encontra Cheryl (Maggie Siff), não é a reunião que qualquer uma delas está esperando.

Sabrina Carpenter é uma revelação aqui. Seu trabalho em “The Short History of the Long Road” é empático e mundano, embora ainda claramente filtrado através de uma lente adolescente. Carpenter faz muito com seus olhos e expressões, te animando com um sorriso ou quebrando seu coração com um olhar. Steven Ogg e Danny Trejo são carismáticos como figuras masculinas positivas em sua vida, desenvolvendo química fácil. Maggie Siff tem um relacionamento diferente com Carpenter, embora essa subtrama seja ligeiramente prejudicada em relação ao clímax. Rusty Schwimmer faz parte do elenco de apoio, interpretando um bom samaritano, mas todos os olhos estão em Carpenter.

Escritora/diretora Ani Simon-Kennedy faz uma escolha consciente para não se inclinar para a dureza desta vida.Ela não glorifica essa forma de vida, mas os altos são vistos mais do que os baixos. O último consiste em mais de Nola não ter conexões com outros adolescentes ou ver os fins dos filmes, em oposição ao dano físico real. Isso pode ser bastante ambicioso, mas a escolha de Ani Simon-Kennedy se encaixa em “The Short of the Long Road”. Ela está contando um tipo específico de história sobre amadurecimento, uma que ela pode captar com sucesso. As coisas terminam um pouco arrumadas demais, embora isso seja um pequeno trocadilho no final.

Apesar do terreno narrativo familiar, “The Short History of the Long Road” encontra seu próprio caminho. Quanto menos você pensar em “Leave No Trace” ou algo como “Wendy & Lucy”, melhor. Carpenter, Simon-Kennedy, Trejo e companhia são capazes de fazer suas próprias coisas com o conceito familiar. Por Carpenter sozinha, isso valeria a pena recomendar. Todo o pacote faz com que seja um dos melhores títulos para a tela até agora em Tribeca este ano.

The Short History of the Long Road estreou no Tribeca Film Festival em 27 de abril e atualmente busca por distribuição.

NOTA: ★★★

Awards Circuit

29
abr
19

Sabrina Carpenter comparece à premiere de “The Short History of the Long Road” no Festival de Tribeca

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Marcadores: Evento, Filme, Galeria, Premiere, Sabrina Carpenter

Sabrina Carpenter compareceu no dia, 27, na premiere de seu mais novo filme, “The Short History of the Long Road”, que aconteceu no Festival de Tribeca, em Nova York. Ela e o seus companheiros de filme realizaram algumas entrevistas no red carpet do evento e participaram de um Q&A com os fãs presentes no local. Adicionamos as fotos já liberadas em nossa galeria, confira clicando nas miniaturas abaixo:

> APARIÇÕES & EVENTOS | APPEARANCES & EVENTS > 2019 > 27/04 – PREMIERE DE ‘THE SHORT HISTORY OF THE LONG ROAD’ NO TRIBECA FILM FESTIVAL EM NOVA YORK, NY

> APARIÇÕES & EVENTOS | APPEARANCES & EVENTS > 2019 > 27/04 – FESTA DO ELENCO DE ‘THE SHORT HISTORY OF THE LONG ROAD’ NO TRIBECA FILM FESTIVAL EM NOVA YORK, NY
26
abr
19

Sabrina Carpenter fala sobre sua transformação dramática para “The Short History of the Long Road”

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Marcadores: Entrevista, Filme, Música

Sabrina Carpenter concedeu uma entrevista ao site ET Online, onde ela falou sobre sua transformação dramática para o filme, “The Short History of the Long Road”, que estreia mundialmente no Festival de Tribeca de 2019, dia 27 de abril.

Além disso, ela falou sobre seu novo filme da Netflix, “Tall Girl” e lançamento do Singular: Act 2. Confira abaixo toda a matéria traduzida:

Aqueles que estão familiarizados com Sabrina Carpenter – a estrela loira e baixinha de Girl Meets World e Adventures in Babysitting – podem ter uma surpresa quando a assistirem em seu novo filme “The Short History of the Long Road”, que está estreando mundialmente no Tribeca Film Festival de 2019, no sábado, dia 27 de abril.

A atriz de 19 anos larga sua imagem da Disney com seu decidido novo papel, como Nola, uma adolescente vagabunda cujo mundo foi virado de cabeça para baixo, forçando-a a repensar a realidade de sua existência nômade que seu pai (Steven Ogg, de Westworld’s) criou para ela. Enquanto ela traça seu caminho para Albuquerque, Novo México, ela cria relacionamentos inesperados, inclusive se reconciliando com sua mãe distante (Maggie Siff), que pode fornecer as raízes que ela precisa para ficar em um só lugar.

Ela é uma menina tentando sobreviver”, Carpenter conta a ET, explicando que Nola é uma pessoa que “foi criada pelo pai dentro de uma van pela sua vida inteira, então ela não sabe usar maquiagem, não sabe se depilar. Ela não faz todas as coisas que uma menina normal de 19 anos faz”.

Por fim, o papel pediu que Carpenter pintasse seu cabelo, ficasse sem usar maquiagem e usasse roupas de segunda mão – uma transformação completa que deu arrepios na atriz quando ela se viu na personagem pela primeira vez. “Eu me senti como uma pessoa diferente,” Carpenter relembra. “Eu acho que consegui realmente achar Nola através dessa transformação física”.

Não só foi crucial para ajudar Carpenter a entrar na personagem, ela queria que as pessoas assistissem o filme “e não me vejam como Sabrina, e sim uma pessoa completamente diferente,” ela diz, adicionando, “Eu esperei para fazer algo assim por tanto tempo”.

O filme é seu último papel adulto, junto com The Hate U Give, que lançará Carpenter em uma nova luz tanto para seus fãs quanto para a indústria. Para ela, foi uma decisão “muito consciente” de assumir projetos como esses para não apenas mostrar seu crescimento como artista, mas também dar às pessoas a chance de ver algo diferente dela. “[Eles] me ajudam a contar histórias que não posso contar através da minha música ou talvez através de outros projetos que são um pouco mais alegres”, diz ela. “Também é sobre ser capaz de interpretar personagens complexos”.

Além de The Short History of the Long Road, Carpenter será vista em breve na Netflix em Tall Girl, uma nova comédia adolescente no tom dos filmes clássicos de John Hughes, que irá explorar o mundo sútil e complicado do ensino médio. A atriz vai interpretar Harper, a irmã mais velha, ganhadora de concursos de miss, de Jodi (Ava Michelle), a garota de 1,80m de altura do filme. “Harper é o oposto polar de Nola”, Carpenter ri.

Embora possa cair no lado mais “despreocupado” das coisas, o papel ainda anima a atriz porque o personagem não é como ninguém que ela já interpretou antes. “Nunca é a mesma coisa duas vezes”, ela diz animadamente, acrescentando: “Eu me divirto muito mais quando não sei o que vem a seguir”.

Fora da atuação, Carpenter sabe que seus fãs ainda estão esperando o lançamento de Singular: Act II, a sequência musical de seu terceiro álbum de estúdio, Singular: Act I. “Está chegando muito em breve”, diz ela, sugerindo que pode ser lançado nos próximos meses. “É emocionante para mim, porque eu nunca liberei um álbum como este antes”, diz ela, acrescentando que as músicas do novo álbum vão continuar a narrativa do primeiro capítulo. “É como Singular: Act I virado de cabeça para baixo, de certa forma”.

E quando se trata de seus fãs, que a atriz conhece o amor por cavar todos os papéis e dissecar todas as músicas, Carpenter espera que aqueles que assistirem The Short History of the Long Road “se deixem vulneráveis e talvez encontrem algo sobre si mesmos dentro da história

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05
mar
19

“The Short History of the Long Road” terá sua estreia no Festival de Tribeca

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Marcadores: Evento, Festival, Filme, Premiere

Foi divulgada a grade de filmes que serão exibidos em um dos festivais de filmes mais famosos do mundo, o Tribeca Film Festival. Entre as 81 produções está “The Short History of the Long Road”, protagonizado por Sabrina Carpenter, que fará sua estreia nova-iorquina no evento.

O Tribeca Film Festival acontece em Nova Iorque, de 24 de abril a 05 de maio. Os ingressos estarão disponíveis para venda a partir do dia 26 de Março.

Confira logo abaixo mais detalhes sobre o filme:

The Short History of the Long Road, EUA: (Diretora/Roteiristas: Ani Simon-Kennedy)

A adolescente Nola cresceu vivendo em uma van com o seu amado pai Clint, dois nômades contra o mundo. Quando a tragédia atinge, Nola é confrontada pela realidade de que a vida como uma excluída pode não ser sua única escolha. Ela tem que interagir com os outros para se integrar em uma sociedade que ela nunca conheceu. Enquanto ela expande as relações em sua vida lentamente, ela é confrontada com a decisão de sair das estradas pela primeira vez, ou seguir em frente – somente com o seu conhecimento e suas memórias como seu mapa.

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