Sabrina Carpenter Brasil

Bem-vindo à sua primeira e maior fonte de notícias sobre Sabrina Carpenter no Brasil. Estamos aqui para manter vocês informados sobre tudo o que acontece na carreira da Sabrina. Esperamos que aproveitem todo o conteúdo que o site tem a oferecer. Sinta-se livre para comentar nas nossas postagens e visitar nossa galeria. Não esqueça também de nos seguir nas redes sociais para ficar atualizado 24h por dia!
05
maio
19

Sabrina Carpenter fala sobre sua jornada transformadora gravando “The Short History of the Long Road”

Em uma breve entrevista à Entertainment Weekly, Sabrina Carpenter comenta sobre sua jornada transformadora gravando “The Short History of the Long Road”, sobre se tornar emocionalmente envolvida com um veículo, amizade feminina e abraçar o desconforto. Leia a matéria abaixo:

Sabrina Carpenter está colocando o pé na estrada – mais ou menos.

A atriz de Garota Conhece o Mundo e Uma Aventura de Babás está mostrando um novo lado no novo filme The Short History of the Long Road, que teve sua estreia mundial no Tribeca Film Festival no dia 27 de abril. De fato, com cabelo pintado de castanho e sem maquiagem, Carpenter está há um longo caminho de suas raízes da Disney e mal se reconheceu com uma aparência alterada.

Mas essas mudanças físicas só ajudaram Carpenter a incorporar Nola, uma garota de 19 anos que mora em uma van com seu pai (feito por Steven Ogg) e aprendendo a ser auto-dependente – uma habilidade que vem a ser útil quando uma súbita perturbação a deixa sozinha no mundo e forçada a encarar sua própria independência. Mas conforme Nola faz seu caminho a Alburquerque, NM em busca de sua mãe desconhecida (feita por Maggie Siff), ela é forçada a parar e decidir se a vida estacionária seria melhor para ela.

Diante do lançamento do filme, EW conversou com Carpenter sobre se tornar emocionalmente envolvida com um veículo, amizade feminina e abraçar o desconforto.

EW: Qual foi sua reação inicial quando você recebeu esse script e o que fez você querer ser parte dele?

SC: Eu recebi esse script que tinha uma jovem dama protagonizando o filme e eu estava tão renovada e feliz de lê-lo porque eu não havia lido nada daquilo para uma garota da minha idade há um tempo e então quando eu pude falar com a  Ani [Simon-Kennedy, a diretora] e ouvir sua visão e sua paixão por trás da história e o tudo sobre o que ela é, eu quis ser uma parte dela.

EW: Como o jeito de Ani trabalhar se diferencia do de outros diretores e o que de sua visão falou com você?

SC: Ela é tão pé no chão. Não há ego o que é muito do coração e a beleza crua nessa história. Eu sinto que Ani traz autenticidade para a visão e o projeto, e para o estético do filme e a maneira que ele foi filmado; ela incorpora isso em sua própria vida.

EW: Você teve que fazer uma preparação para esse filme, pintar seu cabelo de castanho e usar quase nada de maquiagem. Isso foi agradável e te ajudou a entrar na personagem?

SC: Nola tem auto consciência mental mas não é física. Nós conscientemente fizemos um esforço; ela não usa maquiagem, ela tem um cabelo não penteado o tempo todo, ela toma banhos em locais, banheiros públicos, ela não se depila, ela não sabe – isso não é algo para ela. Então haviam todas esses pequenos detalhes que me deixaram realmente trazê-la à vida.

EW: Você caracterizaria esse filme como um filme de estrada? Porque Nola tem esses momentos transformativo quando ela chega a uma parada, fora da estrada.

SC: Certo, eu sinto que esse é um filme de viagem fora da estrada. É realmente interessante porque a maioria dos filmes de viagens de estrada são sobre a jornada e para ela é sobre os encontros que ela encontra quando não está na estrada. Toda a sua vida ela tem estado na estrada mas agora não é sobre a viagem necessariamente o tanto quanto é sobre as paradas. Quando ela é forçada a parar, isso dá a ela uma nova perspectiva do que a vida é.

EW: Há também uma boa mensagem sobre amizade feminina no filme. Você pode falar sobre a importância de colocar essa mensagem por aí?

SC: Isso diz muito pelo que Nola está procurando e anseando em sua vida e ela descobre isso em um jeito organizado em uma joven garota que é tão interessada no mundo quanto ela é. Ambas tem problemas e coisas pelas quais estão passando e isso é algo com o qual várias jovens mulheres estão lidando, mas elas nem sempre necessariamente procuram umas nas outras por amor, amizade e apoio.

EW: Foi uma gravação curta e sua personagem passa por um monte de m*rda em tão pouco tempo, você ficou exausta quando terminaram?

SC: Sim, eu estava emocionalmente exausta. Foi muito interessante entrar em um avião, ir para casa e pintar meu cabelo de volta ao loiro e gravar um clipe. Eu tava tipo, o que?

EW: Falando de clipes, o que vem em seguida para você?

SC: Eu tenho um filme da Netflix sendo lançado e eu tenho outro projeto sendo lançado em breve sobre o qual ainda não posso falar (Carpenter foi anunciada como protagonista na comédia de dança de Alicia Keys do STXfilms e Alloy Entertainment na quinta). Eu tenho a segunda metade do meu álbum sendo lançada; é uma continuação do Singular: Act I. Eu penso nele como um grande álbum, dividido em duas partes; um é um pouco mais claro e brilhante e o outro é mais emocional, não é sombrio mas tem elementos mais sombrios nele. Então eu estou ansiosa para que todos ouçam e obviamente tem mais turnês e alguns shows vindo.

26
abr
19

Sabrina Carpenter fala sobre sua transformação dramática para “The Short History of the Long Road”

Postado por
Marcadores: Entrevista, Filme, Música

Sabrina Carpenter concedeu uma entrevista ao site ET Online, onde ela falou sobre sua transformação dramática para o filme, “The Short History of the Long Road”, que estreia mundialmente no Festival de Tribeca de 2019, dia 27 de abril.

Além disso, ela falou sobre seu novo filme da Netflix, “Tall Girl” e lançamento do Singular: Act 2. Confira abaixo toda a matéria traduzida:

Aqueles que estão familiarizados com Sabrina Carpenter – a estrela loira e baixinha de Girl Meets World e Adventures in Babysitting – podem ter uma surpresa quando a assistirem em seu novo filme “The Short History of the Long Road”, que está estreando mundialmente no Tribeca Film Festival de 2019, no sábado, dia 27 de abril.

A atriz de 19 anos larga sua imagem da Disney com seu decidido novo papel, como Nola, uma adolescente vagabunda cujo mundo foi virado de cabeça para baixo, forçando-a a repensar a realidade de sua existência nômade que seu pai (Steven Ogg, de Westworld’s) criou para ela. Enquanto ela traça seu caminho para Albuquerque, Novo México, ela cria relacionamentos inesperados, inclusive se reconciliando com sua mãe distante (Maggie Siff), que pode fornecer as raízes que ela precisa para ficar em um só lugar.

Ela é uma menina tentando sobreviver”, Carpenter conta a ET, explicando que Nola é uma pessoa que “foi criada pelo pai dentro de uma van pela sua vida inteira, então ela não sabe usar maquiagem, não sabe se depilar. Ela não faz todas as coisas que uma menina normal de 19 anos faz”.

Por fim, o papel pediu que Carpenter pintasse seu cabelo, ficasse sem usar maquiagem e usasse roupas de segunda mão – uma transformação completa que deu arrepios na atriz quando ela se viu na personagem pela primeira vez. “Eu me senti como uma pessoa diferente,” Carpenter relembra. “Eu acho que consegui realmente achar Nola através dessa transformação física”.

Não só foi crucial para ajudar Carpenter a entrar na personagem, ela queria que as pessoas assistissem o filme “e não me vejam como Sabrina, e sim uma pessoa completamente diferente,” ela diz, adicionando, “Eu esperei para fazer algo assim por tanto tempo”.

O filme é seu último papel adulto, junto com The Hate U Give, que lançará Carpenter em uma nova luz tanto para seus fãs quanto para a indústria. Para ela, foi uma decisão “muito consciente” de assumir projetos como esses para não apenas mostrar seu crescimento como artista, mas também dar às pessoas a chance de ver algo diferente dela. “[Eles] me ajudam a contar histórias que não posso contar através da minha música ou talvez através de outros projetos que são um pouco mais alegres”, diz ela. “Também é sobre ser capaz de interpretar personagens complexos”.

Além de The Short History of the Long Road, Carpenter será vista em breve na Netflix em Tall Girl, uma nova comédia adolescente no tom dos filmes clássicos de John Hughes, que irá explorar o mundo sútil e complicado do ensino médio. A atriz vai interpretar Harper, a irmã mais velha, ganhadora de concursos de miss, de Jodi (Ava Michelle), a garota de 1,80m de altura do filme. “Harper é o oposto polar de Nola”, Carpenter ri.

Embora possa cair no lado mais “despreocupado” das coisas, o papel ainda anima a atriz porque o personagem não é como ninguém que ela já interpretou antes. “Nunca é a mesma coisa duas vezes”, ela diz animadamente, acrescentando: “Eu me divirto muito mais quando não sei o que vem a seguir”.

Fora da atuação, Carpenter sabe que seus fãs ainda estão esperando o lançamento de Singular: Act II, a sequência musical de seu terceiro álbum de estúdio, Singular: Act I. “Está chegando muito em breve”, diz ela, sugerindo que pode ser lançado nos próximos meses. “É emocionante para mim, porque eu nunca liberei um álbum como este antes”, diz ela, acrescentando que as músicas do novo álbum vão continuar a narrativa do primeiro capítulo. “É como Singular: Act I virado de cabeça para baixo, de certa forma”.

E quando se trata de seus fãs, que a atriz conhece o amor por cavar todos os papéis e dissecar todas as músicas, Carpenter espera que aqueles que assistirem The Short History of the Long Road “se deixem vulneráveis e talvez encontrem algo sobre si mesmos dentro da história

Fonte

09
fev
19

Sabrina Carpenter comparece à festa pré-Grammy da Westwood One

Postado por
Marcadores: Entrevista, Evento, Galeria, Sabrina Carpenter

E a chamada “Semana do Grammy” deu-se início na quarta-feira, que consiste em uma semana inteira com variados eventos que antecedem a icônica premiação do Grammy. Depois de ter ido para a festa organizada por Bebe Rexha no dia 07 de Fevereiro, Sabrina Carpenter compareceu na noite passada ao evento anual festa pré-Grammy da Westwood One. A loira concedeu entrevistas e posou para fotos ao lado de Lindsey Stirling e também participou da festa ao lado de Sofia Carson, Paulina Char e Steph Jones. Confira todas as imagens clicando nas miniaturas abaixo:

> APARIÇÕES & EVENTOS | APPEARANCES & EVENTS > 2019 > 08/02 – WESTWOOD ONE RADIO ROUNDTABLES PARA O 61º GRAMMY AWARDS EM LOS ANGELES, CA
04
fev
19

LADYGUNN MAGAZINE: Sabrina Carpenter lidera uma nova geração de princesas do pop nos charts

Postado por
Marcadores: Entrevista, Galeria, Photoshoot, Revista

Na tarde de hoje, a revista americana LadyGunn publicou uma entrevista com a atriz e cantora Sabrina Carpenter, onde ela falou sobre amadurecimento, aceitação, seus novo álbum, entre outros assuntos. Logo abaixo, você pode conferir toda a matéria traduzida e o ensaio fotográfico clicando nas miniaturas:


Se passou quase uma década mais ou menos desde que Miley Cyrus, Selena Gomez e Demi Lovato, possivelmente as maiores revelações do pop da Disney Channel, lançaram seus álbuns de estreia individuais. Nos anos seguintes, o trio sensação dos ídolos-que-viraram-tabloides-que-viraram-charts estão no posto dos maiores e mais reconhecidos talentos do pop da indústria musical. Agora com uma geração nova de artistas pós-Disney Channel em ascensão, Sabrina Carpenter — que apareceu no filme original da Disney Channel Adventures in Babysitting e estrelou três temporadas da sitcom sobre amadurecimento de curta-duração mas amada Girl Meets World — está liderando o grupo. Com isso dito, a estreia musical dela tem sido menos ligada ao Point do Mickey e mais resultado da sua sagacidade afiada, conexão intima com os fãs, ouvidos aguçados voltados para o futuro do pop, e claro, a habilidade de produzir um hino da princesa do pop.

Fora de sua carreira de atriz — que também inclui papeis em Austin & Ally, Law & Order: SVU, Orange Is the New Black e um número impressionante de dublagens (inclusive, Nancy Cartwright, a voz icônica de Bart Simpson, é sua tia) — Carpenter primeiramente encantou ouvintes em 2014, “Can’t Blame a Girl for Trying.” Era uma faixa folk-pop chiclete brilhante não muito diferente do verão, como hits de Colbie Caillat e Sara Bareilles, e ofereceu uma prévia promissora da marca encantadora de peculiaridade de Carpenter. Dois anos depois ela surpreendeu fãs e críticos com um som decididamente mais eletrônico em seu segundo álbum, Evolution. Lançar os singles pop dançantes “On Purpose” e “Thumbs” revelaram maturidade, e uma nova perspectiva da garota que na época tinha 17 anos, e competia com os lideres do pop, ficando acima do Top 40 na época. Ainda assim Evolution era apenas o começo de sua transformação.

Em novembro de 2018, Carpenter lançou seu terceiro álbum, Singular: Act I — um disco inspirado em arte clássica carregado com oito das faixas pop mais idiossincráticas e interessantes do ano. Do pop R&B carregado de atitude “Sue Me”, um hino fabuloso de “Vai se foder” com dimensões de Elle Woods, até o turbilhão sintético e sonhador romantismo de “Paris”, Act I introduziu um lado confiante fascinante da personalidade de Carpenter. Mas nenhuma música demonstrou isso mais obviamente e imediatamente do que “Almost Love”, um lead single intoxicante e úmido que não soaria deslocado em um CD do começo dos anos 2000 de Britney Spears. (Spears, outra antiga querida da Disney, com certeza se orgulharia do clipe ferozmente coreografado, onde se vê a jovem artista dançando e seduzindo um garoto no cenário de uma mansão de luxo, tornando ele em literalmente uma pedra no processo).

Você definitivamente não vai achar outros vídeos meus que são parecidos com esse.” Carpenter admitiu, rindo sobre o visual audaz glamouroso. “A música deve te fazer sentir positiva, mesmo que seja sobre uma situação negativa e chata“, ela acrescenta. Em muitos aspectos, as novas músicas da artista volta para o pop de décadas passadas sobre se sentir bem, mas tem um bom motivo para isso: “Muitos dos meus fãs me dizem, ‘Queremos músicas tristes, queremos músicas emocionais, queremos músicas para chorarmos!’ mas secretamente quero dar para eles músicas para se sentirem empoderados sem perceber. Eu tento transformar histórias negativas que era grandes desgraças na minha vida em memórias positivas pela música“.

Ao falar com Carpenter, é claro como cristal o quão fundamental seus fãs são para sua arte. Tudo que ela faz é por eles. “Eles são a única razão que eu posso fazer as coisas que faço. Se eu estivesse fazendo tudo isso para o meu próprio beneficio, eu me sentiria bem inútil“, ela diz. “O fato que posso atingir pessoas e conversar com eles e ver eles pessoalmente quando eles vão aos meus shows me faz tão feliz… De onde quer que eles venham, onde quer que eles já estiveram, quem quer que eles amem, o que quer que eles acreditem, quero que ouçam minhas músicas e sintam que eles podem ser eles mesmos e não sentir medo. Espero que eles sintam amor e aceitação em tudo que faço“.

Agora com 19 anos, aceitação também é uma grande parte da jornada pessoal de Carpenter como uma artista atingindo seu potencial como artista e uma jovem mulher. Quatro anos depois de sua estréia, ela finalmente achou sua voz. “Definitivamente tinha muitas coisas acontecendo na minha vida [enquanto gravava este álbum]. Eu tinha que estar confortável com minha própria voz e tinha que estar confortável com meus próprios pensamentos e minhas próprias opiniões“, ela explica. “Acho que todos nós procuramos aprovação para nos fazer sentir como se estivéssemos indo bem, mas no fim do dia, nós sabemos que a única voz que realmente escutamos é a nossa. Durante o processo desse álbum, quanto mais eu me escutava, mais as músicas começaram a soar mais confiantes“.

Como o título do álbum de Carpenter sugere, Singular: Act I é apenas uma parte de uma longa narrativa. Mais oito músicas (Act II) será lançado em 2019 e será interessante ver onde o segundo ato a leva. Afinal, essa princesa do pop acabou de tomar o palco principal. “Trabalhar nesse álbum, eu não estava realmente pensando em escrever qualquer tipo especifico de música ou gênero. Eu só estava escrevendo sobre coisas que amo e coisas que me animavam e coisas que estavam acontecendo todos os dias da minha vida. Sou muito nova e ainda estou entendendo a vida, mas se eu posso fazer algo que realmente amo e fazer algo que é bem pessoal para mim, tem uma grande chance que outra pessoa por ai passou pelos mesmos exatos momentos na vida deles“.

> ENSAIOS FOTOGRAFICOS | PHOTOSHOOTS > 2019 > NATALIE NEAL

Fonte: LADYGUNN MAGAZINE

06
dez
18

Sabrina Carpenter posa para a nova edição da Notion Magazine e cede entrevista exclusiva

Postado por
Marcadores: Entrevista, Photoshoot, Revista

Sabrina Carpenter posou para a nova edição da revista norte-americana Notion Magazine e concedeu uma entrevista exclusiva para mesma, na qual falou sobre sua carreira, transição de garota da Disney para o cenário musical, influência nas mídias sociais e mais. Confira abaixo toda a matéria traduzida pela nossa equipe e as fotos realizada para a revista:

As lentes de Brooklyn Beckham, o sonho da Disney, virou princesa do pop

Quando soube que nós protegemos a princesa do pop adolescente Sabrina Carpenter, como uma de nossas grandes características de leitura, não havia ninguém que parecesse mais apropriado capturá-la do que o brotante fotógrafo Brooklyn Beckham. Juntos, eles navegaram em sua adolescência através do brilho ofuscante da mídia mundial, tendo cada e todo momento examinado por aqueles que sentem que suas vidas pessoais são justas. Mas enquanto o apelo mundial de Beckham era basicamente seu direito de nascimento, Carpenter estava se esforçando para alcançar o mesmo nível de reconhecimento. Quando eles se encontram no set, parece acontecer algum tipo de entendimento mútuo entre eles; sua educação é efetivamente uma experiência compartilhada com a qual muitos de nós não podem se relacionar.
“[Algo como isso] é tão raro! Não consigo conhecer pessoas da minha idade muito nesse ambiente”, diz Sabrina quando nos sentamos depois da filmagem. Ela já falou de seu choque com a aparência de Beckham, quando ela está em pouco mais de 5 pés e mantém praticamente todos os seus traços de infância. Ela está sentada de pernas cruzadas sobre uma mesa de jeans e um suéter; a mundos de distância da infinidade de personagens que nós a encarregamos de incorporar como parte das fotografias – uma homenagem à sua transição de garota da Disney para a princesa pop. Enquanto ela ainda mantém sua idade, sua personalidade e comportamento exala profissionalismo – mas depois de quase uma década na indústria, isso é evidente.
Ao longo das últimas semanas, Carpenter tem viajado pelo mundo promovendo seu mega terceiro álbum, Singular: Act 1. É um back-to-back, mas com uma mensagem que parece um pouco mais adulta do que seus dois lançamentos anteriores. “Este álbum foi uma espécie de criatura diferente”, diz ela com entusiasmo. “Eu me aproximei ouvindo a mim mesma antes de ouvir as outras pessoas. Há uma fórmula com música pop hoje em dia; você precisa de um verso curto para chegar ao refrão rapidamente e você precisa ter certeza de que o refrão se repete milhares de vezes e que o título precisa estar no refrão e que precisa ser algo que as pessoas vão lembrar e que chame a atenção delas. É demais para mim pensar nisso aos 19 [anos de idade].”

Gravado em estúdios ao redor da Califórnia, Singular: o Act 1 foi um pouco mais demorado para ser feito do que suas ofertas anteriores. O tempo extra gasto alimentando suas habilidades de escrita e vocais ofereceu a oportunidade de aprofundar um pouco mais quando se tratava de contar histórias no disco – e isso realmente mostra. É sincero e honesto, com a assinatura Sabrina Carpenter vocal que passou a ser reconhecido por fãs de todo o mundo. No final do processo criativo, Carpenter produziu tanto material que decidiu dividir o disco em dois – com o primeiro disco caindo no último trimestre de 2018 e o segundo chegando em 2019. “As pessoas consomem música tão rapidamente agora que eu não queria que eles se perdessem, e eu queria ter certeza de que as histórias estavam sendo transmitidas”, explica ela sobre sua decisão. “Estas são as minhas histórias e há muito o que tirar delas. Tantas pessoas me enviaram mensagens dizendo que se sentem tão empoderadas ouvindo esse álbum. É só eu não me segurar e acho que você ouve isso na música, o que cria algo contagiante.”
Apesar de agora ser uma beat-maker estabelecida, com três álbuns já em seu currículo, Carpenter começou sua carreira na indústria do entretenimento aos 11 anos, quando garantiu seu primeiro papel na Law & Order: Special Victims Unit. Alguns anos depois, ela conseguiu seu maior show até o momento, como Maya Hart, no Disney’s Girl Meets World. O papel a lanço para o estrelato mundial e rendeu a ela mais de 15 milhões de fãs leais no Instagram. Pense no que você estava fazendo aos 11 anos. A maior decisão que eu estava tomando era o que vestir em dias sem uniformes, enquanto Carpenter estava escolhendo papéis que melhorariam sua carreira. Eu imagino que esse nível de prestígio em uma idade tão jovem não é fácil de lidar, e eu me pego questionando se Carpenter sente que sua criação pública teve algum impacto em sua vida pessoal.

Quando se trata de jovens da Disney, muitas vezes há uma ideia preconcebida de que elas estão destinadas a sair dos trilhos e aterrissar de cabeça em um vício mortal. “Bem, eu estou planejando meu escândalo para que isso aconteça de forma eficiente!” ela diz com naturalidade quando eu pergunto sobre a chamada “maldição da Disney”, antes de cair na gargalhada. “É interessante, porque quando você é criança, você pensa: ‘Eu só quero trabalhar no programa de TV que eu gosto’, você não pensa em como as pessoas levarão isso e as noções criativas pré-concebidas sobre você para o resto da vida. Quando você está vivendo sua vida de uma forma muito diferente da maioria dos jovens, é importante que você tenha um sistema de suporte super forte ao seu redor e tenho a sorte de ter isso. Eu não estou dizendo que nada que acontecer incomode as pessoas na minha vida, porque isso é inevitável.”
Sacudir o selo “garota da Disney” não é algo que ela se preocupe demais. Ela pode perceber que a oportunidade a ajudou a alcançar um público específico que, de outra forma, ela não conheceria. Ela também reconhece que, embora tenha aberto muitas portas para ela, ser uma artista da Disney vem com seus contras. “Muitas pessoas de sucesso vieram disso e acho que isso me ajudou a alcançar uma audiência que eu provavelmente não conseguiria atingir tão cedo. [Embora, algumas pessoas] pensem nisso de uma forma que significa que você não está falando sério sobre o que está fazendo, ou foi entregue a você em uma bandeja de prata. Há muito conceito errado.”

Há uma coisa que é parte e parcela de ser uma queridinha da Disney, e isso mantém seu status como um modelo – e quando seu público social é tão grande quanto os Carpenters, há muitos olhos de menores olhando para ela como uma grande inspiração. Ela me diz que “todo mundo tem um grande número de seguidores nos dias de hoje”, que tira a pressão, no entanto, ela admite que ela se sente como se tivesse que adivinhar quando se trata das coisas que ela compartilha online. Para Carpenter, a permanência da internet significa que, se você errar, não é algo que você possa remover ou evitar facilmente. “Para mim, é tudo sobre compartilhar um pouco mais de positividade quando posso, porque eu sei que as pessoas da minha idade estão passando por um momento difícil em que as pessoas nem sempre querem ouvi-las e elas estão tentando descobrir quem elas são. Eu também passo por isso, então é só garantir que eles saibam que eles são ouvidos e não estão sozinhos”.

Quer seja nas suas emocionantes aparições na TV, nas publicações sonhadoras do Instagram ou na sua mega produção de música que atrai, não há como negar que há algo de hipnótico em Sabrina Carpenter. Ela realizou com sucesso a transição do sonho teen da Disney para uma artista séria que está marcando seriamente sua carreira na indústria da música. No ano que vem, ela estará novamente lançando a segunda parte para o Singular, além de aparecer em um longa-metragem (The Short History of the Long Read). Ela admite que não pode ter um dia de folga, tudo porque está se esforçando para alcançar seu objetivo principal: “Deixar algo para trás neste mundo que sobrevive a mim e algo que eu tenha orgulho de ter criado e que mude a vida de outra pessoa” Amém para isso.

> ENSAIOS FOTOGRAFICOS | PHOTOSHOOTS > 2018 > BROOKLYN BECKHAM

Fonte: Notion

05
dez
18

Sabrina Carpenter fala com o Tracklist sobre o “Singular Act I e II” e planos de vir ao Brasil em 2019!

Postado por
Marcadores: Brasil, Entrevista, Música, Youtube

Em sua passagem por Londres, Sabrina Carpenter foi entrevistada por Larissa Mehlich, onde respondeu as perguntas dos fãs e falou sobre seu mais recente lançamento “Singular Act I”, o “Act II” e planos de vir ao Brasil em 2019, entre outros assuntos.

Confira a entrevista completa que foi disponibilizado no canal do Tracklist:

Fonte: Tracklist